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Caso Master: jurista afirma que só PGR poderia propor ação contra Toffoli

Jurista diz que a PGR é única capaz de propor ação penal contra Toffoli; depende de informações em mãos do STF, PF e PGR

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  • A PGR é a única instituição que poderia apresentar abertura de ação penal contra o ministro Dias Toffoli, conforme o jurista Márlon Reis.
  • O presidente do STF, Luiz Edson Fachin, mostrou aos ministros o relatório da Polícia Federal com as menções a Toffoli no celular de Daniel Vorcaro e a resposta do ministro; Toffoli se afastou do caso.
  • O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pode se manifestar sobre o caso, e há expectativa de que a PGR se pronuncie sobre o envio de documentos pela presidência do STF.
  • Toffoli afirmou não ver motivos para se afastar, mas aceitou a deliberação dos demais ministros; a nota do gabinete sustenta que, pela Lei Orgânica da Magistratura Nacional, ele está apenas vedado de atuar como administrador.
  • O relatório da PF é considerado grave; a representação foi levada ao presidente da corte pelo diretor-geral da PF, Andrei Passos Rodrigues, com pedidos de abertura de outras investigações.

A PGR (Procuradoria-Geral da República) é apontada por jurista como única institucão capaz de propor abertura de ação penal contra o ministro do STF Dias Toffoli. A afirmação foi feita no programa Poder e Mercado, exibido pelo Canal UOL.

O tema ganhou relevância após o presidente do STF, Luiz Edson Fachin, apresentar aos ministros o relatório da Polícia Federal que detalha menções ao ministro Toffoli encontradas no celular de Daniel Vorcaro, dono do banco Master. Toffoli afastou-se do caso após a divulgação.

Fachin entregou à PGR o relatório da PF e o procurador-geral Paulo Gonet pode se manifestar sobre o caso. Segundo o jurista Márlon Reis, a responsabilidade de abrir eventual ação penal recai exclusivamente sobre a PGR, que detém o poder de iniciar investigações.

Reis destacou ainda que a atuação depende do conteúdo das informações de que dispõem o Supremo, a Polícia Federal e a PGR. O viés do procedimento permanece sob sigilo, e não há confirmação pública sobre o andamento específico.

Toffoli afirmou não ver motivos para se afastar, mas aceitou a deliberação de colegas. A nota de seu gabinete explica que a Loman libera atuação societária apenas com restrições de gestão como administrador.

A representação foi protocolada pelo diretor-geral da PF, Andrei Passos Rodrigues, e encaminhada ao presidente do STF. O objetivo inicial é abrir investigações contra Toffoli e, possivelmente, outras autoridades, conforme ação regulatória.

O programa Poder e Mercado, que analisa impactos de temas legislativos e políticos no mercado, vai ao ar às terças e quintas, às 20h. A transmissão está disponível nos canais oficiais do UOL, sem links ou repasse de contatos de outras fontes.

Observação: as informações descritas dependem de apuração contínua das autoridades competentes, com desdobramentos sob sigilo e eventuais pronunciamentos da PGR.

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