- O ministro grego de transportes marítimos pediu proteção ao tráfego global e aos marítimos diante de uma situação “alarmante” no estreito de Hormuz.
- O tráfego pelo estreito está fechado há quatro dias, bloqueando uma rota que concentra aproximadamente 20% do fornecimento global de petróleo e gás.
- Segundo a mídia iraniana, um oficial das Brigadas Revolucionárias afirmou que iriam atirar em qualquer navio que tente passar pela região.
- A Grécia é uma das maiores potências do comércio marítimo; o país informou que há pelo menos dez navios com bandeira grega no Golfo e outros cinco fora dele, totalizando mais de 325 navios de interesses gregos na área.
- O ministério informou que orientou navios a evitar a região desde sábado; a repatriação de milhares de gregos encalhados depende da manutenção do espaço aéreo fechado e está em andamento.
O ministro grego dos Transportes, Vassilis Kikilias, destacou a necessidade de proteger o tráfego marítimo global e os marítimos diante de uma situação alarmante. Ele afirmou que a circulação de navios no estreito de Hormuz está sob risco e que a segurança dos tripulantes é prioridade.
O estreito de Hormuz segue com o tráfego encerrado pelo quarto dia, bloqueando uma rota que representa cerca de 20% do suprimento global de petróleo e gás. Um alto responsável iraniano havia sugerido que qualquer navio passando pela região seria alvo de ataques, segundo a mídia local.
Citada como uma potência dominante no transporte marítimo, a Grécia relata que pelo menos 10 navios com bandeira grega operam no Golfo, com mais cinco ao redor da área. No total, mais de 325 navios de interesse grego permanecem na região.
A equipe de Kikilias informou que o ministério recomendou que embarcações com bandeira grega evitem determinadas rotas desde o fim de semana. A proteção dos marítimos é tratada como prioridade máxima, com monitoramento contínuo, 24/7.
O governo grego sinalizou ter elaborado um plano para repatriar milhares de seus nacionais retidos, mas a operação enfrenta dificuldades devido ao fechamento do espaço aéreo na região, dificultando retornos.
Contexto regional
As autoridades têm mantido contatos frequentes com as companhias e tripulações para avaliar riscos e medidas de proteção. A situação está sendo monitorada à medida que desenvolvimentos políticos e militares afetam rotas comerciais.
Perspectiva operacional
Fontes oficiais destacam que as companhias devem seguir as orientações de segurança e evitar zonas de maior tensão. Não há informações sobre incidentes diretos envolvendo navios gregos até o momento.
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