- Até 9,6 milhões de trabalhadores no Reino Unido vão se beneficiar das mudanças nas regras de licença médica, conforme sindicatos.
- A partir de segunda-feira, cerca de 8,4 milhões que dependem do salário médico estatutário receberão desde o primeiro dia de doença, em vez do quarto dia.
- Outras 1,2 milhão de trabalhadores que antes não tinham direito passam a ter direito ao SSP por terem renda abaixo de £125 por semana.
- A mudança deve beneficiar principalmente mulheres, pessoas com deficiência e trabalhadores mais jovens e mais velhos, aliviando a pressão financeira em famílias de baixa renda.
- As alterações integram o Employment Rights Act 2025, que também traz novas proteções contra assédio sexual, licença parental e reconhecimento de sindicatos, com apoio público significativo e críticas de empresas sobre custos.
A partir desta segunda-feira, cerca de 8,4 milhões de trabalhadores no Reino Unido que dependem do pagamento por doença mínimo passarão a receber já no primeiro dia de doença, e não a partir do quarto dia, conforme estudo da Trades Union Congress (TUC). A medida é parte de mudanças anunciadas no âmbito do Employment Rights Act 2025.
Além disso, 1,2 milhão de trabalhadores que antes não tinham direito a esse pagamento por doença passam a ser elegíveis. O público beneficiado tende a incluir mais mulheres, funcionários com empregos de baixa remuneração, pessoas com deficiência, bem como jovens e trabalhadores mais velhos.
A TUC aponta que as mudanças aliviam a pressão financeira sobre lares de menor renda, que antes enfrentavam dilemas entre ficar sem renda ou permanecer doentes para não agravar a situação financeira. O objetivo é reduzir prolongamentos de doenças por falta de apoio financeiro.
Impacto e reações
A reforma integra a primeira leva de direitos do Employment Rights Act 2025, que também prevê novas proteções contra assédio sexual, licença parental e reconhecimento sindical. Uma pesquisa da TUC indica apoio de 76% da população à remuneração de doença desde o primeiro dia, independentemente de afiliações políticas.
Empregadores expressam preocupação com o impacto financeiro, citando aumentos no salário mínimo, impostos sobre a folha de pagamento e reajustes de tarifas de energia. O setor de recrutamento ressalta que as mudanças podem exigir orientações mais claras para as empresas e contêm riscos de fraudes, segundo representantes do setor.
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