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CEO do Assaí defende maior flexibilidade para trabalhadores

CEO do Assaí defende maior flexibilidade na escala 6x1 e afirma que empresa se ajustará a mudanças legais, citando MEIs como evidência da mudança

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  • Belmiro Gomes, CEO do Assaí Atacadista, afirmou que a empresa se ajustará a mudanças legais relacionadas à escala de trabalho 6×1, em discussão no Congresso.
  • A rede, com aproximadamente 90 mil funcionários, utiliza um modelo de atacarejo que demanda menos mão de obra em comparação ao varejo tradicional.
  • Gomes disse que o Assaí é uma operação de baixo custo e que, em caso de mudança, vai se adaptar como o restante do mercado.
  • O executivo lembrou que as relações de trabalho já passaram por transformações nas décadas recentes, citando mudanças na percepção sobre a carteira assinada (Consolidação das Leis do Trabalho).
  • Ele também destacou que o debate sobre a escala deve vir acompanhado de avaliação do modelo da CLT, citando o crescimento dos microempreendedores individuais (MEIs) como evidência de busca por alternativas, inclusive com pagamento por hora trabalhada.

O CEO do Assaí Atacadista, Belmiro Gomes, defendeu que a empresa se adaptará a mudanças legais ligadas à escala de trabalho 6×1, em discussão no Congresso. O tema envolve o modelo de funcionamento de equipes e a forma de distribuir jornadas.

Gomes afirmou que o Assaí conta com cerca de 90 mil colaboradores e que o formato de atacarejo exige menos mão de obra que o varejo tradicional. Segundo ele, a companhia é uma operação de baixo custo e pode se ajustar conforme o mercado.

O empresário comentou ainda a evolução histórica das relações de trabalho, destacando que a carteira assinada já não é mais vista como o único caminho. A fala acompanha o debate sobre o papel da CLT na era de novas formas de relação de trabalho.

Perspectivas sobre flexibilidade e futuro da CLT

Ele ressaltou que a discussão sobre escala deveria vir acompanhada de um debate mais amplo sobre o modelo da CLT e o crescimento de MEIs como alternativa ao emprego tradicional. A ideia é considerar pagamentos por hora em contextos internacionais.

Gomes enfatizou que a flexibilização pode representar uma resposta às mudanças do mercado e às novas relações de trabalho que surgem com o tempo. A defesa é pela adaptação contínua das empresas, sem prejudicar a segurança jurídica.

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