- Médicos residentes na Inglaterra votaram a favor de manter a ação industrial por mais seis meses, informou a British Medical Association.
- A participação foi de 53% e 93% dos votantes apoiaram a continuidade da mobilização.
- O presidente da comissão dos médicos residentes, Dr. Jack Fletcher, disse que não é necessário haver novas greves e que um acordo pode ser alcançado.
- Segundo Fletcher, há espaço para um pacote de empregos e aumento salarial justo ao longo de vários anos, com boa vontade de ambas as partes.
- A disputa gira em torno de salários e condições de trabalho, com o governo sendo apontado como adotando tom mais conciliador recentemente.
O corpo clínico-residente da Inglaterra decidiu manter a greve por mais seis meses, em resposta à disputa de salários e condições de trabalho. A decisão foi anunciada pela British Medical Association (BMA).
A votação teve 53% de participação e 93% dos votantes apoiaram a continuidade das ações.
A BMA informou que a votação reflete a continuidade do impasse entre médicos residentes e o governo sobre remuneração e pacotes de empregos no NHS. Os trabalhadores defendem ajustes salariais que avancem ao longo de vários anos e condições de trabalho mais estáveis.
Dr. Jack Fletcher, presidente do comitê de médicos residentes da BMA, afirmou que as ações não precisam se intensificar. Ele citou uma postura mais conciliadora do governo recentemente e destacou a possibilidade de um acordo envolvendo um novo pacote de empregos e reajustes graduais, em benefício de pacientes e equipe.
Próximos passos
- As negociações devem ocorrer com a intenção de chegar a um acordo que beneficie pacientes, profissionais e o NHS.
- As partes avaliam a viabilidade de uma proposta que equilibre salários, empregos e condições de trabalho ao longo de um prazo de anos.
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