- O ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, do Tribunal Superior do Trabalho, disse que “não há juiz azul nem ver” na Justiça do Trabalho.
- A declaração foi dada em entrevista e ganhou ampla repercussão nas redes sociais.
- Ele afirmou que a divisão entre ministros não indica ativismo; a corte busca justiça social e cada ministro atua de forma independente e imparcial.
- A fala foi entendida por alguns como esclarecimento sobre autonomia da corte e ausência de orientação política ou ideológica específica.
- O ministro enfatizou que a Justiça do Trabalho tem a missão de assegurar direitos dos trabalhadores de maneira imparcial e independente, recebendo avaliações mistas entre apoiadores da autonomia e críticos de ativismo.
O ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, do Tribunal Superior do Trabalho, afirmou durante uma entrevista que não existe um juiz azul nem ver na Justiça do Trabalho. A declaração ganhou as redes sociais e gerou debate sobre a atuação da corte.
Segundo o ministro, a divisão entre ativistas menos ou mais alinhados aos trabalhadores não condiz com a realidade. Ele afirmou que a Justiça do Trabalho busca justiça social e que todos os ministros atuam de forma independente e imparcial.
A fala foi interpretada por alguns como uma tentativa de esclarecer a autonomia da corte frente a rótulos políticos. O ministro reforçou que a missão é garantir direitos dos trabalhadores de maneira imparcial.
A declaração gerou diferentes leituras entre juristas e setores ligados à defesa da autonomia judicial. Expressou apoio à autonomia da instituição, ao passo que alguns defenderam atuação mais orientada a causas trabalhistas.
Autonomia e imparcialidade
A posição reforça o compromisso do TST com a independência de seus ministros na condução dos processos. O tema vem à tona após a divulgação da entrevista nas redes sociais.
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