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Chefe da polícia de Londres diz que judeus britânicos não estão seguros após ataques

Metropolitan Police revela que judeus britânicos não estão seguros em Londres após série de ataques; onze investigações, trinta e cinco prisões e dez acusados, durante visita de Charles

People look down from a rooftop in Golders Green, London, during King Charles’s visit on Thursday.
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  • A Polícia de Londres reportou 11 investigações em curso e 35 detenções após uma série de ataques contra a comunidade judaica, incluindo o ataque em Golders Green em 29 de abril, um atentado a uma ambulância e nove outros incidentes.
  • Dez pessoas foram presas e dez foram indiciadas até o momento; uma pessoa já foi condenada.
  • O comissário de polícia, Mark Rowley, disse em carta aos deputados que “os judeus britânicos não estão seguros na capital” e descreveu o período como de ataques sustentados.
  • Em Golders Green, o rei Charles III visitou um centro de caridade judaico, encontrou vítimas e conversou com o grande rabino Ephraim Mirvis e com membros da polícia comunitária Shomrim.
  • O suspeito do ataque de Golders Green, Essa Suleiman, de 45 anos, está detido sob custódia sob acusação de três tentativas de homicídio; ele nasceu na Somália e chegou ao Reino Unido na década de noventa.

O Metropolitano de Londres confirmou 11 investigações ligadas a ataques contra a comunidade judaica na capital, com 35 prisões efetuadas e 10 pessoas presas até o momento. A declaração vem após uma sequência de incidentes, incluindo uma agressão a duas pessoas em Golders Green em 29 de abril e um ataque com incêndio a uma ambulância de serviço judaico.

Entre os casos investigados, está o ataque de 29 de abril em Golders Green, o incêndio/ataque a uma ambulância do serviço Hatzola e outros incidentes de possível atentado. As autoridades também apuram itens descartados encontrados no Kensington Gardens. A polícia segue avaliando a conexão entre esses acontecimentos.

O relatório foi apresentado em carta à comissão de Assuntos Internos da Câmara dos Comuns, na qual o comissário do Met, Mark Rowley, afirmou que a comunidade judaica de Londres tem enfrentado uma “período sustentado de ataques” nas últimas seis semanas. A declaração soma-se a medidas de monitoramento e investigação em andamento.

Na quinta-feira, o rei Charles III visitou Golders Green, no noroeste de Londres, reunindo-se com vítimas dos ataques para demonstrar apoio à comunidade. Acompanhavam o monarca o chief rabbi Ephraim Mirvis e o comissário Rowley. A comitiva discutiu as investigações em curso.

Durante a visita, Charles conversou com membros da Shomrim, grupo de voluntários de polícia comunitária, que participou das respostas aos ataques de 29 de abril. Um dos feridos, Moshe Ben Baila, conhecido como Norman Shine, relatou ao jornal que o rei demonstrou preocupação e empatia.

Shine relatou que o encontro teve impacto para a comunidade, descrevendo o apoio do monarca como significativo. O grupo de moradores acompanhou a passagem do rei pela Golders Green Road, com paradas em locais como a Grodz bakery, onde Charles foi apresentado a uma comunidade local.

O suspeito do ataque em Golders Green, identificado como Essa Suleiman, 45 anos, permanece sob custódia. Ele é acusado de três tentativas de homicídio, uma das quais envolvendo um amigo próximo, em Southwark, além do ataque na avenida no dia 29 de abril. Suleiman, nascido na Somália, chegou ao Reino Unido quando era criança.

A polícia ressaltou que a operação envolve atuação de várias frentes de counter-terrorism policing, com a liderança das investigações por uma rede de equipes específicas. A Justiça continua avaliando as evidências para os próximos passos legais.

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