- Quatro mulheres australianas e nove de seus filhos, ligados a supostos combatentes do Estado Islâmico na Síria, devem retornar à Austrália em breve.
- O grupo total de treze pessoas deve chegar em território australiano muito em breve, segundo o ministro de Assuntos Internos, Tony Burke.
- Burke destacou que quem cometeu crimes pode enfrentar toda a rigidez da lei, e que as agências de segurança já se preparam para o retorno desde 2014.
- As autoridades afirmaram que o grupo não recebeu assistência do governo durante o processo.
- As informações foram divulgadas pelo governo do Primeiro-Ministro Anthony Albanese.
Os altos cargos do governo da Austrália confirmaram que quatro mulheres australianas e nove de seus filhos, vinculados a supostos combatentes do Estado Islâmico na Síria, devem retornar ao país em breve. A informação foi anunciada na quarta-feira.
O ministro de Assuntos Internos, Tony Burke, afirmou que o grupo de 13 pessoas está previsto para pousar na Austrália em breve. Ele citou que qualquer integrante que tenha cometido crimes pode enfrentar a lei, e que as agencias de segurança já se preparam para o retorno desde 2014.
Burke ressaltou que o governo não oferecerá assistência ao grupo, destacando que há planos de monitoramento e gestão já em prática pelas autoridades.
Situação do retorno
As autoridades destacam que o retorno está sendo coordenado com órgãos de segurança, com responsabilidades legais a serem definidas conforme a legislação vigente.
Não há confirmação sobre a data exata de chegada; informações adicionais devem seguir sob confidencialidade institucional.
A posição oficial permanece: não houve apoio governamental direto ao grupo, e cada caso será avaliado individualmente com medidas de monitoramento.
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