- Cristian Garin, 93º do mundo, afirma que mudar o piso dos torneios sul-americanos seria loucura e que a identidade é o saibro.
- Ele aponta que Santiago e Buenos Aires têm quadras predominantemente de saibro; no Rio Open não tem certeza, mas acredita que seja parecido.
- Garin apoia mudança na data do calendário sul-americano, porém defende manter a superfície de saibro.
- O jogador está nas oitavas de final do ATP 250 de Santiago quando fez a declaração à ESPN do Chile.
- O diretor do Rio Open, Lui Carvalho, acredita que a mudança para quadra rápida está próxima e que a transição pode atrair grandes nomes para o Brasil.
Garin defende manter saibro nos torneios sul-americanos, destacando a identidade da região. Em Santiago, Chile, o jogador disse que apoia a troca de datas no calendário, mas acredita que a superfície deve permanecer de saibro para preservar o estilo da região.
O relato foi feito durante entrevista à ESPN do Chile, quando Garin, atual 93º do ranking, comentou a recente discussão sobre mudanças na temporada sul-americana. Ele lembrou que no Chile e na Argentina quase todas as quadras são de saibro, e que mudar de piso seria inadequado para a identidade local.
Ele explicou ainda que a data pode ser ajustada para melhorar o calendário, especialmente no fim do ano, mas reiterou que o tênis sul-americano é diferente. Garin participou, naquele momento, das oitavas de final do ATP 250 de Santiago.
Mudança de piso interessa a alguns, mas divide opiniões
Apesar da posição de Garin, a organização do Rio Open sinalizou otimismo sobre uma possível transição para quadra rápida. O diretor do torneio, Lui Carvalho, chegou a declarar confiança em um desfecho favorável na mudança de piso, com o objetivo de atrair grandes nomes ao Brasil.
Carvalho afirmou que a mudança está alinhada a um histórico pedido feito à ATP há vários anos e que a América do Sul tem potencial para evoluir como mercado do tênis. Ele ressaltou a importância de posicionar o evento para favorecer a participação de jogadores de alto nível.
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