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El Niño surge no Pacífico e pode intensificar eventos climáticos extremos

El Niño formado no Pacífico pode chegar a força histórica e intensificar eventos climáticos extremos globalmente, sinalizam meteorologistas

A firefighter monitors flames caused by the Hughes Fire along Castaic Lake in Castaic, Calif., Jan. 22, 2025.
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  • O El Niño se formou no Pacífico próximo ao equador e deve ganhar força histórica, segundo meteorologistas.
  • A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (Noaa) confirmou oficialmente a existência e aponta 63% de chance de o evento ficar entre os maiores desde 1950.
  • O aquecimento aumenta a probabilidade de eventos climáticos extremos ao redor do mundo, potencializando calor global já causado pela queima de combustíveis fósseis.
  • Os impactos variam por região: pode reduzir a atividade de furacões no Atlântico, mas aumentar no Pacífico; o Havaí fica entre os mais vulneráveis.
  • Economistas e cientistas indicam impacto na economia dos EUA e apontam que 2027 pode ser o ano mais quente já registrado devido ao El Niño.

O El Niño se forma no Pacífico aquecido e deve crescer até alcançar força histórica, segundo meteorologistas. O fenômeno natural de aquecimento pode intensificar o calor global já observado pela queima de combustíveis fósseis. A confirmação ocorreu nesta semana.

A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA) informou oficialmente a formação do El Niño, destacando que há 63% de chance de o evento ficar tão intenso no fim deste ano quanto os maiores já registrados desde 1950. A previsão aponta pico no outono ou inverno.

Especialistas ressaltam que o El Niño leva mais calor à superfície oceânica e pode ampliar eventos extremos em várias regiões. A organização para o clima mundial classifica o fenômeno como fator de aquecimento adicional no planeta.

Impactos globais esperados

Os efeitos variam por região. O Atlântico tende a ter menos atividade de furacões, já o Pacífico pode ver elevação de tempestades. Ilhas do Pacífico, Havaí e áreas vizinhas ficam mais expostas a riscos de eventos extremos.

Entre os impactos regionais, a América do Sul ocidental pode ter chuvas mais intensas, enquanto a Índia enfrenta ondas de calor mais severas. O Oriente Médio pode observar melhoria em alguns cenários de seca, dependendo do padrão regional.

No Brasil e nos EUA, o El Niño costuma elevar a intensidade de tempestades no Sul e aumentar a umidade no Pacífico Norte. A economia americana pode sentir desaceleração com temperaturas acima da média, segundo especialistas. Espera-se que 2027 seja muito quente por efeitos residuais.

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