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Setor de startups cria conselho nacional para ampliar representatividade regional

ABStartups cria o Conselho Nacional de Associações de Startups para ampliar a representatividade regional junto a governos e instituições de fomento

A síndrome do vira-lata acabou na internacionalização das Startups internacionalização
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  • A ABStartups formalizou a criação do Conselho Nacional de Associações de Startups (CNAS), reunindo entidades regionais para coordenar a agenda do setor; anúncio no Web Summit Rio 2026.
  • O CNAS busca ampliar a representatividade regional e ampliar a participação das startups em políticas públicas de inovação e desenvolvimento econômico.
  • O Comitê Organizador ficará responsável pela governança inicial, formado pela ABStartups, Associação Carioca de Startups (ACS) e Associação Gaúcha de Startups (AGS).
  • Entre os objetivos estão ampliar o diálogo com governos e instituições de fomento, estimular a colaboração entre ecossistemas regionais e compartilhar inteligência setorial.
  • Próximas etapas: formalizar a governança, adesão de novas entidades e criar grupos de trabalho temáticos, definindo a agenda nacional de empreendedorismo.

A ABStartups formalizou a criação do Conselho Nacional de Associações de Startups (CNAS), uma iniciativa que reúne entidades regionais para coordenar uma agenda comum do setor. O anúncio ocorreu durante o Web Summit Rio 2026, no Rio de Janeiro.

O CNAS busca reduzir a fragmentação entre ecossistemas locais, criando um espaço permanente de diálogo entre lideranças regionais e fortalecendo a participação das startups em políticas públicas de inovação e desenvolvimento econômico.

A coordenação inicial fica a cargo de um Comitê Organizador, composto pela ABStartups, pela Associação Carioca de Startups (ACS) e pela Associação Gaúcha de Startups (AGS). Essas entidades vão conduzir a adesão de novas associações e a governança do conselho.

Estrutura e objetivos

O CNAS pretende ampliar o diálogo com governos e instituições de fomento, incentivar a colaboração entre ecossistemas regionais e compartilhar inteligência setorial. O objetivo é apoiar iniciativas que fortaleçam o ambiente de inovação no país.

A CEO da ABStartups, Cláudia Schulz, enxerga o movimento como uma virada na maturidade do setor, com ecossistemas cada vez mais fortes e conectados às vocações regionais. A iniciativa ampliará a voz das startups brasileiras.

Vozes regionais na articulação nacional

Guigo Carvalho, presidente da Associação Carioca, afirma que o CNAS é um passo natural diante da evolução dos ecossistemas locais, destacando o fortalecimento de associações como forma de apoiar empreendedores, conectar oportunidades e impulsionar o desenvolvimento regional.

Danielle Cosme, vice-presidente da AGS, ressalta a importância da representatividade distribuída, observando que a inovação no Brasil não ocorre de forma isolada e que fortalecer as associações estaduais conecta talentos, negócios e oportunidades.

Próximas etapas

Após o lançamento, o CNAS vai formalizar sua governança, onerar adesão de novas entidades e criar grupos de trabalho temáticos. A definição da agenda nacional voltada ao empreendedorismo inovador ocorrerá ao longo desse processo de implementação.

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