- O pastor Carlos Alberto Pérez Rodríguez foi assassinado a facadas na noite de 18 de março, em Jinotepe, Nicarágua, por um agressor ainda não identificado.
- Ele recebeu 36 golpes de faca quando voltava para casa após visitar membros de sua igreja; socorrido, não resistiu aos ferimentos.
- A Polícia Nacional trabalha com a hipótese de tentativa de assalto, mas outras motivações estão em investigação.
- A Portas Abertas acompanha o caso para avaliar se o ataque tem relação com a atuação do pastor na igreja.
- A violência contra líderes religiosos na Nicarágua tem aumentado, gerando preocupação com a segurança de pastores, missionários e cristãos locais.
O pastor Carlos Alberto Pérez Rodríguez foi assassinado na noite de 18 de março, em Jinotepe, Nicarágua. Ele recebeu 36 facadas de um agressor ainda não identificado, ao retornar para casa depois de visitar membros da igreja. A vítima foi socorrida por moradores e encaminhada ao Hospital Regional, onde não resistiu aos ferimentos.
Segundo a Polícia Nacional, a investigação trabalha com a hipótese de tentativa de assalto, ainda em apuração, com outras motivações sob análise. A Portas Abertas acompanha o caso para avaliar se o ataque teve relação com a atuação religiosa do pastor.
Contexto de violência contra líderes cristãos na Nicarágua
O assassinato se soma a uma sequência de episódios violentos envolvendo religiosos no país, em um cenário de instabilidade e aumento da criminalidade. Igrejas e organizações civis expressam preocupação com a segurança de pastores, missionários e cristãos locais.
Quem era o pastor Carlos Alberto Pérez Rodríguez
Conhecido pela atuação comunitária, o pastor fazia visitas frequentes a famílias da igreja e tinha foco em cuidado pastoral e apoio espiritual. A comunidade religiosa reitera o luto e mantém as comunidades em oração por justiça e proteção.
Impacto local e resposta
A morte repercute entre membros da igreja, que buscam consolo e apoio. Parceiros de Portas Abertas pedem mobilização espiritual e apoio internacional para a igreja perseguida na Nicarágua, em meio a insegurança crescente na região.
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