- Meta ocultou código de reconhecimento facial inativo em mais de 50 milhões de aparelhos, via aplicativo ligado às óculos Ray‑Ban e Oakley; função chamada NameTag poderia reconhecer pessoas pela galeria biométrica no dispositivo; prática foi abandonada em dois mil e vinte e um.
- A xAI busca que quatro acusadores no caso de deepfakes geradas pelo Grok removam pseudônimos e usem nomes reais, inclusive uma vítima que alega ter tido imagens sexualizadas da vítima quando era criança; réus dizem que, com os materiais sob sigilo, não há embaraço em citar as pessoas envolvidas.
- A Google lançou recurso no Android para combater golpes de impersonação com IA, ligando o Dialer; se a chamada for falsa, o telefone sinaliza e retira a foto do contato, desde que as duas partes usem o Google Dialer (não funciona no iPhone).
- O Manhattan Institute, think tank conservador, está propondo legislação-modelo para transformar infrações relacionadas a protestos em felonias, sob a teoria de “terrorismo civil”.
- Um ataque de canal lateral no navegador, chamado FROST, pode fingerprintar abas e apps medindo o tempo de leitura de um arquivo isolado no SSD; roda em JavaScript e usa rede neural para interpretar sinais de I/O; ainda não há uso observado.
Meta ocultou código de reconhecimento facial em mais de 50 milhões de celulares, segundo a WIRED. O recurso, chamado internamente de NameTag, poderia identificar pessoas pela face a partir da galeria biométrica no dispositivo. A empresa já havia interrompido o serviço em 2021 após acordos legais nos EUA.
xAI busca que judge determine uso de nomes reais em processo envolvendo deepfakes sexuais criados com Grok. Quatro réus são citados; uma das denunciantes afirma que fadas imagens de menor vieram de Grok. Advogados da xAI contestam, alegando que as imagens permanecem sigilosas e não haveria de fato constrangimento em nomes.
Google lançou recurso do Android para combater golpes de impersonação com IA. A ferramenta, integrada ao Dialer, exige apenas dispositivos com Android 12+ e funciona com verificação silenciosa de criptografia. Se a chamada for falsa, o contato e a foto podem ser removidos; apenas se ambos os extremos usarem o Google Dialer.
Manhattan Institute promove proposta para reclassificar infrações de protesto como felonias, com base na ideia de terrorismo civil, segundo a WIRED. A instituição é ligada a políticas de segurança pública de linha conservadora, com histórico de debates sobre leis de ordem pública.
Pesquisadores revelam ataque de navegador, chamado FROST, que usa JavaScript para inferir atividades em outras abas. O método detecta padrões de leitura de arquivos isolados em SSDs e pode identificar apps no dispositivo. Não há evidência de uso ativo, segundo os especialistas.
Resumo semanal: as pautas destacam questões de privacidade, IA, legislação e segurança cibernética. As leituras completas trazem mais detalhes sobre cada caso, com foco em fatos verificados e sem viés político.
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