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Dino relata ameaça de morte por funcionária de companhia aérea

Ministro Flávio Dino relata ameaça de morte por funcionária de companhia aérea; alerta para riscos à segurança de aeroportos e pede campanhas de educação cívica

Dino cobra "educação cívica" de empresas após ameaça de funcionária de companhia aérea. (Foto: Victor Piemonte/STF)
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  • O ministro Flávio Dino afirmou ter sido ameaçado de morte por uma funcionária de uma companhia aérea ao embarcar em um voo, em 18 de julho.
  • A funcionária, ao ver o nome de Dino no cartão de embarque, inicialmente disse que queria xingá-lo, mas depois afirmou que “seria melhor matar do que xingar”.
  • Dino não revelou o nome da empresa nem da funcionária, dizendo que o objetivo é de interesse coletivo, não pessoal.
  • Ele expressou preocupação com a possibilidade de esse sentimento se espalhar entre prestadores de serviço e comprometer a segurança de aeroportos, voos e passageiros.
  • O ministro fez um apelo às empresas, principalmente as que lidam com o público, para promover campanhas internas de educação cívica e manter o respeito, especialmente neste ano eleitoral.

O ministro do STF Flávio Dino informou ter sido alvo de uma ameaça de morte por uma funcionária de uma companhia aérea durante o embarque de um voo, na segunda-feira (18). O relato foi feito por meio de uma publicação no Instagram.

De acordo com Dino, ao ver o seu nome no cartão de embarque, a funcionária inicialmente manifestou vontade de xingá-lo e depois indicou que seria melhor matar do que xingar. Ele disse não conhecer a profissional nem a empresa envolvida.

O ministro optou por não revelar o nome da empresa ou da funcionária, dizendo que o objetivo é discutir um tema de interesse coletivo. Ele destacou o risco de esse tipo de sentimento se espalhar entre prestadores de serviço e atingir a segurança de aeroportos, voos e passageiros.

Apelo às empresas

Dino fez um apelo para que empresas que lidam com o público promovam campanhas internas de educação cívica. O objetivo é estimular convivência pacífica, especialmente neste ano eleitoral, quando as paixões podem se acirrar.

Ele ressaltou que todos têm direito às próprias ideias, mas o consumidor não pode sofrer agressões ao comprar um produto ou serviço. O ministro sugeriu que campanhas educativas orientem prestadores de serviço a manter o respeito, independentemente de preferências ou opiniões.

O ministro afirmou que não houve uma conclusão de fato, mas destacou a importância de prevenção. A mensagem final é de incentivar as empresas a adotar práticas que garantam segurança e tranquilidade para clientes e colaboradores.

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