- O governo federal lançou o programa Brasil Contra o Crime Organizado, com foco em facções criminosas, lavagem de dinheiro, segurança em presídios e combate ao tráfico de armas e homicídios.
- O plano prevê investimentos de R$ 1,06 bilhão em dois mil e vinte e seis, além de uma linha de crédito de R$ 10 bilhões para estados, municípios e o Distrito Federal financiarem ações e equipamentos de segurança pública.
- Os recursos serão distribuídos entre combate financeiro às facções (R$ 388,9 milhões), sistema prisional (R$ 330,6 milhões), investigação de homicídios (R$ 201 milhões) e combate ao tráfico de armas (R$ 145,2 milhões).
- Os itens previstos incluem viaturas, drones, câmeras corporais, scanners, bloqueadores de celular, equipamentos periciais, sistemas de radiocomunicação, embarcações e reforma de presídios.
- Os quatro eixos do programa são: combate ao dinheiro do crime, segurança máxima em presídios, investigação de homicídios e combate ao tráfico de armas, com ações como criação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado e integração de informações entre esfera federal, estadual e municipal.
O governo federal lançou o programa Brasil Contra o Crime Organizado, voltado a facções criminosas, lavagem de dinheiro, segurança em presídios e combate ao tráfico de armas. A iniciativa foi anunciada neste 12 de junho de 2026 e tem foco na atuação integrada entre União, estados e municípios.
O pacote prevê investimentos de 1,06 bilhão de reais para 2026 e uma linha de crédito de 10 bilhões para aquisição de equipamentos e ações de segurança pública. O objetivo é ampliar a atuação contra o crime organizado e fortalecer a logística das facções.
O programa está estruturado em quatro eixos: combate financeiro às facções, segurança máxima em presídios, investigação de homicídios e combate ao tráfico de armas. A ideia é consolidar ações conjuntas entre diferentes esferas de governo.
Combate financeiro às facções
Serão criadas a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) nacional e FIcocos estaduais, além dos Comitês Integrados de Investigação Financeira e Recuperação de Ativos (Cifras). Também haverá ampliação de leilões de bens apreendidos.
Medidas ainda incluem aquisição de tecnologias para extrair dados de celulares e outros dispositivos usados em investigações, fortalecendo a atividade de inteligência financeira.
Segurança máxima em presídios
A meta é padronizar 138 unidades prisionais com segurança máxima, equipadas com drones, scanners corporais, detectores de metais e bloqueadores de celular. Também poderão ser usados raio-X, georradares e sistemas de videomonitoramento.
O plano prevê a criação do Centro Nacional de Inteligência Penal (CNIP) para integrar informações do sistema prisional. Haverá retirada de aparelhos proibidos, treinamento de agentes e padronização de protocolos.
Investigação de homicídios
A previsão é fortalecer as polícias científicas e modernizar Institutos Médico-Legais (IMLs). Também está prevista a expansão da Rede Integrada de Perfis Genéticos e a integração do Sinab, com aquisição de materiais como cromatógrafos, equipamentos de DNA e viaturas.
Combate ao tráfico de armas
O governo pretende desarticular rotas de tráfico e reduzir o abastecimento de armas. Entre as ações estão a criação da Rede Nacional de Enfrentamento do Tráfico de Armas (Renarm), o fortalecimento do Sinarm e operações integradas de fiscalização.
Investimentos adicionais incluem viaturas blindadas, drones, embarcações, rastreadores veiculares, equipamentos táticos e alto desempenho para operações, além de helicópteros locados.
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