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Comissão da Câmara aprova altura mínima para concursos da segurança pública

Comissão da Câmara aprova altura mínima para concursos da segurança pública: 1,60 m para homens e 1,55 m para mulheres; tramita pela Comissão de Constituição e Justiça

Deputado Delegado Caveira (PL-PA). Foto: Mário Agra/Câmara dos Deputados
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  • A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto que estabelece altura mínima para candidatos a cargos operacionais do Sistema Único de Segurança Pública: 1,60 m para homens e 1,55 m para mulheres.
  • A regra não se aplica a outros cargos do quadro de pessoal das forças de segurança pública.
  • O relator, deputado Delegado Caveira, disse que a exigência facilita o uso de equipamentos e armamentos de forma mais eficaz.
  • O autor, deputado Capitão Alden, afirmou que a medida evita discriminações indevidas e está alinhada com padrões nacionais já aceitos; ele citou decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a constitucionalidade da exigência, dentro de limites do Exército.
  • O projeto seguirá para análise na Comissão de Constituição e Justiça, tramita em caráter conclusivo e não precisa de votação em plenário antes de ir ao Senado.

(Com informações da Agência Câmara de Notícias)

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que estabelece altura mínima para candidatos a cargos operacionais do Sistema Único de Segurança Pública: 1,60 m para homens e 1,55 m para mulheres. A medida envolve apenas cargos operacionais, conforme o texto.

O relatório foi apresentado pelo deputado Delegado Caveira, do PL do Pará, que afirmou que a exigência facilita a utilização de equipamentos e armamentos. O objetivo é ampliar a segurança nas ações de campo, sem alcançar demais funções da carreira.

O autor da proposição, Capitão Alden, do PL da Bahia, sustenta que a norma está alinhada com padrões nacionais e com decisões do Supremo Tribunal Federal, desde que observados limites do Exército. A constitucionalidade da exigência seria mantida dentro desses limites.

O projeto está agora sob análise da Comissão de Constituição e Justiça. Por tramitar em caráter conclusivo, não é necessária votação em plenário para seguir ao Senado. A decisão final depende de avaliação da CCJ. Fonte: Agência Câmara de Notícias.

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