- Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, ficará isolado por 20 dias numa cela de cerca de nove metros quadrados na Penitenciária Federal de Brasília, após a prisão preventiva determinada pelo Supremo Tribunal Federal.
- Após o isolamento, ele passará a cumprir o regime aplicado aos demais detentos da unidade, considerada uma das mais restritivas do sistema penitenciário federal, ligada à chamada “sintonia final” do PCC.
- Entre os presos da unidade estão líderes do PCC, como Marcola (Marcos Willians Herbas Camacho) e Tuta (Marcos Roberto de Almeida), apontado como possível substituto na liderança.
- Outros integrantes ligados ao comando do PCC na prisão são Granada (Antonio José Muller Junior), Vida Loka ( Abel Pacheco), Barbará da Silva (Cláudio Barbará) e Tiriça (Roberto Soriano), além de Andinho (Wanderson Nilton de Paula Lima).
- A prisão integra o Sistema Penitenciário Federal, inaugurado em 2018, com 208 celas individuais para high-risk detentions, monitoramento por vídeo e captação de áudio para reduzir comunicação entre internos.
O empresário Daniel Vorcaro, dono do Master, ficará isolado por 20 dias na Penitenciária Federal de Brasília. A decisão foi tomada como prisão preventiva pelo STF e ele foi transferido para a unidade.
No início, Vorcaro ficará em uma cela de cerca de nove metros quadrados, separado dos demais detentos. Após esse período, seguirá o regime comum da unidade, considerado uma das mais restritivas do país.
Presos de alta periculosidade em Brasília
A unidade recebe integrantes da chamada sintonia final do PCC, grupo ligado à coordenação da facção. Entre eles está Marcola, condenado a mais de 300 anos de prisão, transferido para o sistema federal em 2019.
Também integram o grupo Marcos Tuta, apontado como eventual sucessor de Marcola, e estaria cumprindo pena na unidade após prisões em outros países, incluindo a Bolívia em 2025. Outros nomes ligados ao comando do PCC aparecem na lista de detentos.
Entre os demais presos na penitenciária, figuram Cláudio Barbará da Silva, Granada, Tiriça, Vida Loka e Andinho, cuja atuação é associada à liderança da organização criminosa.
A Penitenciária Federal de Brasília integra o Sistema Penitenciário Federal, criado para presos considerados de alta periculosidade. A instituição conta com 208 celas individuais e monitoramento por vídeo e áudio ambiente.
Cada cela traz itens básicos como cama, sanitário, pia e chuveiro. O controle do presídio também depende de sistemas de captação de áudio para reduzir comunicação entre internos.
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