- Ministério da Saúde participa do 11º Congresso Norte e Nordeste de Gestão Municipal do SUS em São Luís, reforçando regionalização e apoio técnico aos municípios.
- Cerca de três centenas de profissionais estão envolvidos, e o ministério participa de 23 das 24 atividades oficiais previstas.
- Debates destacam a Política Nacional de Regionalização e a integração entre atenção primária, atenção especializada, vigilância em saúde e saúde indígena, com foco nos territórios do Norte e Nordeste.
- A health indígena é apontada como componente estratégico, com ênfase na cooperação interfederativa e na governança regional.
- O ministério mantém estande de atendimento para orientar gestores e apresenta ações como Fundo Nacional de Saúde, Rede Alyne, manejo pós-Covid e saúde digital.
O Ministério da Saúde participou ativamente do 11º Congresso Norte e Nordeste de Gestão Municipal do SUS, em São Luís (MA), iniciado em 11 de maio. A agenda teve foco na regionalização, no apoio técnico aos municípios e na entrega de equipamento para fortalecer a atenção básica no Maranhão.
O evento, promovido pelo Cosems-MA com apoio da Ses e de secretarias dos demais estados, reuniu gestores, trabalhadores do SUS, pesquisadores e representantes institucionais. O tema foi Pluralidade, especificidade e equidade no cuidado nos territórios Norte e Nordeste.
A participação do Ministério ocorreu em 23 das 24 atividades previstas, envolvendo cerca de 300 profissionais, entre secretários, diretores e equipes técnicas, em mesas, oficinas e atendimentos especializados.
MS presente nos debates técnicos
No primeiro dia, o ministério participou da oficina sobre a Política Nacional de Regionalização, com foco na integração entre atenção primária, vigilância em saúde, saúde indígena e atenção especializada. A atividade reuniu representantes de secretarias da pasta e de estados, além de organizações internacionais.
A oficina foi coordenada pelo DGIP, que destacou a regionalização como eixo estruturante do SUS. A mesa contou com representantes da Saúde Indígena, Vigilância, Atenção Primária e Atenção Especializada, além da Secretaria de Saúde do Amazonas e da OPS.
Foi ressaltada a necessidade de reconhecer as especificidades dos territórios indígenas e incorporar a saúde indígena como componente estratégico das redes regionais, garantindo continuidade do cuidado e cooperação interfederativa.
Ações de campo e atendimento no estande
A agenda técnica incluiu debates sobre financiamento, saúde digital, mudanças climáticas, vigilância e ampliação do acesso à atenção especializada. A reunião sobre o piso da enfermagem mobilizou cerca de 60 participantes, superando expectativas e gerando a necessidade de novo encontro.
A oficina sobre a certificação dos hospitais de ensino destacou desafios de municípios de menor porte, apontando o COAPES como ferramenta para fortalecer a articulação entre municípios e instituições vinculadas ao SUS.
Durante o evento, o Ministério manteve um estande de atendimento com equipes de diversas secretarias, orientando sobre programas prioritários, dúvidas técnicas e iniciativas em andamento, como Fundo Nacional de Saúde, Rede Alyne e saúde digital.
A participação reforça o compromisso da pasta com a melhoria da infraestrutura e da capacidade assistencial dos municípios, especialmente no Maranhão, e com a cooperação entre União, estados e municípios.
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