- O ministro Mauro Vieira disse que a parceria Brasil e China está mais relevante que nunca, durante o 5º Diálogo Estratégico Global em Pequim.
- Em reunião com Han Zheng e Wang Wentao, Vieira pediu maior acesso de produtos brasileiros ao mercado chinês e garantia de suprimento estável de fertilizantes; ele também se reuniu com Wang Yi.
- Segundo o Itamaraty, a China é o principal parceiro comercial do Brasil desde 2009 e responde por 27% das exportações brasileiras; em 2025 o comércio bilateral atingiu 170,9 bilhões de dólares, o décimo ano consecutivo de recorde.
- A visita acontece durante as celebrações do Ano Cultural Brasil-China.
- Vieira destacou a abertura do Brasil a novos investimentos chineses em modernização industrial, transição energética e alta tecnologia, com 2025 marcando o Brasil como maior destino mundial de investimentos produtivos diretos chineses; os dois lados também seguiram adiante com a suspensão de vistos para viagens de curta duração.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou que a parceria estratégica entre Brasil e China está mais relevante do que nunca, em meio a turbulências internacionais. A declaração foi feita nesta segunda-feira, 1º, durante o 5º Diálogo Estratégico Global em Pequim.
Vieira reuniu-se com o vice-presidente chinês Han Zheng, o ministro do Comércio Wang Wentao e o chanceler Wang Yi. O objetivo central foi ampliar o acesso de produtos brasileiros ao mercado chinês e assegurar o suprimento estável de fertilizantes. A visita também integra as celebrações do Ano Cultural Brasil-China.
Segundo o Itamaraty, a China é o principal parceiro comercial do Brasil desde 2009, respondendo por 27% das exportações brasileiras. Em 2025, o comércio bilateral atingiu US$ 170,9 bilhões, marcando o décimo ano consecutivo de recorde.
Investimentos da China
O chanceler brasileiro destacou abertura a novos investimentos chineses em modernização industrial, transição energética e alta tecnologia. Em 2025, o Brasil foi o maior destino mundial de investimentos produtivos diretos da China, segundo dados oficiais.
Os dois lados indicaram avanços na relação bilateral, incluindo a isenção de vistos para viagens de curta duração, considerada um passo para aproximar os povos e fomentar fluxos turísticos entre as nações.
Dinâmica de longo prazo
A gestão brasileira reiterou interesse em diversificar parcerias e manter estáveis as cadeias de suprimentos. A China, por sua vez, mantém a posição de principal parceiro comercial do Brasil, com impactos significativos no comércio e nos investimentos.
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