- Itamaraty celebra assinatura entre Estados Unidos e Irã para o fim da guerra no Oriente Médio.
- O acordo prevê reabrir o Estreito de Ormuz e iniciar negociações de sessenta dias para um tratado definitivo de paz.
- o Brasil exorta as partes a aderirem estritamente aos termos acordados e defende o fim das hostilidades, incluindo no Líbano.
- Reconhece o papel de mediação do Paquistão, com participação do Catar e contribuição de Arábia Saudita, Egito e Turquia.
- Reforça que o diálogo diplomático é o caminho para a estabilidade e segurança duradouras no Oriente Médio, especialmente em Gaza e na Cisjordânia.
O Itamaraty divulgou uma nota nesta quinta-feira, 18, recebendo com satisfação a assinatura do acordo entre Estados Unidos e Irã para encerrar a guerra no Oriente Médio. O anúncio acompanha o entendimento de terminar as hostilidades e abrir caminho para negociações mais amplas.
O acordo foi assinado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em 17 de junho, com o Irã, para encerrar o conflito entre as duas nações, reabrir o Estreito de Ormuz e iniciar um processo de negociações de 60 dias visando um tratado de paz definitivo. A nota do Itamaraty reforça a importância do diálogo diplomático.
O Brasil destacou o papel de mediação de outros países, citando o Paquistão, o Catar, com contribuições da Arábia Saudita, Egito e Turquia, na conclusão do entendimento. O governo brasileiro disse reconhecer o engajamento em negociações de boa-fé para fortalecer a confiança entre as partes.
Papel de mediação regional
O Itamaraty afirmou que esse esforço multilateral é essencial para a estabilidade na região e na relação com a Palestina, em Gaza e na Cisjordânia. O texto ressalta a convicção de que apenas o diálogo diplomático pode assegurar segurança duradoura no Oriente Médio.
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