- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na quinta-feira a ordem executiva que pode impor tarifas a países que vendam petróleo para Cuba.
- A medida se baseia em um estado de emergência declarado, alegando ameaça extraordinária à segurança nacional.
- A tarifa seria aplicada de forma ad valorem sobre importações de bens de um país estrangeiro que forneça petróleo a Cuba, com valor não especificado.
- Washington acusa Cuba de se alinhar com Rússia, China, Irã, Hamas e Hezbollah para desestabilizar a região.
- A notícia destaca também a crise energética em Cuba, com embargo dos EUA desde 1962 e recentes tensões envolvendo o setor petrolífero da Venezuela após a captura de Nicolás Maduro.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na quinta-feira uma ordem executiva que autoriza tarifas sobre países que vendam petróleo a Cuba. A decisão parte de um estado de emergência declarado pelos EUA, usado para justificar medidas de pressão contra Havana.
A Casa Branca acusa as autoridades cubanas de se alinharem com diversos países, organizações e atores considerados hostis aos EUA, incluindo Rússia, China, Irã, Hamas e Hezbollah. A ordem cita também a suposta desestabilização regional por meio de imigração e violência, além de críticas aos programas cubanos.
Segundo o texto, as tarifas seriam aplicadas como ad valorem sobre importações de bens produzidos por qualquer país que forneça petróleo a Cuba. O objetivo é aumentar a pressão para que Cuba modifique políticas e ações orquestradas pela gestão local, conforme a narrativa oficial norte-americana.
Histórico e contexto: Cuba enfrenta um embargo econômico dos EUA desde 1962 e vem convivendo com dificuldades energéticas. Nos últimos anos, a ilha registra déficits na distribuição de combustível, o que impacta a produção de energia elétrica e serviços públicos.
Observação: o chancelerio e a Casa Branca não detalharam os valores das tarifas nem as datas de implementação, apenas indicaram a possibilidade de aplicação conforme a evolução da situação. Fontes oficiais apresentam a medida como resposta a vigilância de segurança nacional dos EUA.
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