- A CIA dos Estados Unidos trabalha discretamente para estabelecer uma presença permanente na Venezuela, com objetivo de influenciar o futuro do país, segundo a CNN.
- A iniciativa foi planejada entre a CIA e o Departamento de Estado, vinculada aos planos de Donald Trump conforme fontes próximas ao caso.
- A estratégia visa uma presença de curto prazo por meio de um anexo da CIA, antes da abertura de uma embaixada oficial, para estabelecer contatos com diferentes facções do governo e da oposição.
- A maior parte das ações diplomáticas de longo prazo ficaria a cargo do Departamento de Estado, com a CIA atuando como ponte durante a transição política e a instabilidade de segurança.
- O diretor da CIA, John Ratcliffe, já visitou a Venezuela e reuniu-se com a presidente interina Delcy Rodríguez e líderes militares; a agência já operava no país antes da operação contra Maduro.
A CIA dos Estados Unidos trabalha discretamente para estabelecer uma presença permanente na Venezuela, com o objetivo de influenciar o futuro político do país. A informação foi publicada pela CNN, citando fontes familiarizadas com a missão. A reportagem aponta planos conjuntos entre a agência e o Departamento de Estado.
Segundo as fontes, o objetivo principal envolve ações de curto e longo prazo após a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, no início de janeiro, para responder a processo em Nova York. O Departamento de Estado ficaria responsável pela presença diplomática a longo prazo, mas a CIA teria um papel de destaque na reentrada inicial.
Plano de presença e operações iniciais
A ideia é, a curto prazo, operar a partir de um anexo da CIA antes da abertura de uma embaixada, facilitando contatos com várias facções do governo e com a oposição. A presença preliminar permitiria estabelecer canais informais que diplomatas ainda não poderiam formalizar.
O diretor da CIA, John Ratcliffe, já visitou a Venezuela para encontros com a presidente interina Delcy Rodríguez e autoridades militares. Em meses anteriores, a agência já havia instalado uma pequena equipe no país para mapear padrões e movimentos de Maduro, segundo a CNN.
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