- O primeiro-ministro polonês Donald Tusk afirmou que a paz na Ucrânia pode ocorrer em semanas, não meses, após encontros com líderes europeus, Canadá e a OTAN.
- Segundo Tusk, as garantias de segurança dos Estados Unidos dão esperanças, mas Kyiv precisaria ceder em questões territoriais.
- Zelenskiy ainda não chegou a acordo sobre Zaporizhzhia e Donbas, mantendo essas questões em aberto.
- Moscou disse que sua posição de negociação ficará mais rígida após a acusação de Kyiv de ter atacado a residência presidencial russa, o que Kyiv nega.
- O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as negociações com Zelenskiy estavam se aproximando de um acordo, embora com questões complicadas; Washington propôs uma zona econômica livre se as tropas se retirarem.
A paz na Ucrânia pode ocorrer em semanas, disse o primeiro-ministro polonês Donald Tusk após reuniões com líderes europeus, Canadá e a OTAN. A afirmação surge em meio a negociações internacionais sobre garantias de segurança para Kyiv e delimitações territoriais.
Tusk ressaltou que, embora haja esperança, o cenário ainda não está assegurado. Ele mencionou que as garantias de segurança dos EUA ajudam a alimentar esse otimismo, desde que Kyiv aceite compromissos sobre território em disputa.
O premiê polonês explicou que a percepção de avanços depende de ações concretas a curto prazo. Segundo ele, a próxima semana será decisiva para alinhavar posições entre as partes envolvidas.
Paralelamente, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou ter conversado com Zelenskiy sobre um acordo próximo, apesar de apontar questões difíceis que permanecem. O tom enfatiza progresso, porém sem confirmação final.
Zelenskiy continua sem acordo sobre dois pontos centrais: o controle da usina nuclear de Zaporizhzhia e o destino do Donbas. A situação dessas áreas segue em aberto, segundo relatos de fontes próximas às negociações.
A Rússia mantém posição de exigir a retirada de tropas de áreas de Donetsk ainda não ocupadas. Kyiv, por sua vez, defende o cessar fogo com base nas linhas atuais e exploração de uma zona econômica livre como contrapartida.
As negociações seguem com foco em garantias de segurança, possíveis acordos territoriais e mecanismos de monitoramento. Não houve anúncio de data para conclusão de tratativas nem de assinatura de acordo.
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