- Unidades em Frida Kahlo Wynwood Residences, em Miami, foram colocadas à venda, em empreendimento de luxo cujas torres estão em construção.
- O projeto prevê duas torres: 14 andares com mural gigante da artista e outras oito alturas, com conclusão prevista para 2028.
- Serão 244 unidades totalmente mobiliadas, de estúdios a três quartos, com preços entre US$ 500.000 e US$ 1,6 milhão.
- O desenvolvimento é dos grupos PMG Real Estate Associates e Lndmrk Development; a Frida Kahlo Corporation supervisiona licenciamento, curadoria de arte, alimentação e deck da piscina.
- A iniciativa gerou críticas sobre o licenciamento da imagem de Kahlo, com alguns usuários classificando as unidades como “sem alma”; a corporação já esteve envolvida em litígios anteriores.
A construção de dois edifícios residenciais de luxo em Miami, com branding da artista Frida Kahlo, entrou em venda nesta semana. O projeto Wynwood Residences prevê torres de 14 e 8 andares, inspiradas na expressão de Kahlo. As unidades vão de estúdios a três quartos.
Os imóveis, ainda não erguidos, têm preço entre US$ 500 mil e US$ 1,6 milhão. A previsão de entrega é para 2028, segundo os desenvolvedores PMG Real Estate Associates e Lndmrk Development. O empreendimento terá 244 unidades mobiliadas.
As imagens oficiais mostram Kahlo em tamanho grandioso na lateral da torre principal, projetada por Carlos Ott, conhecido por obras como a Opéra Bastille, em Paris. Interiores aparecem com tons neutros e amenities de alto padrão.
Detalhes do projeto e permissões
O condomínio incluirá piscina externa com lounges, bar, academia, sauna e salas de tratamento. O térreo abrigará um prestador de cuidados primários, conforme informações dos desenvolvedores.
A Frida Kahlo Corporation, responsável pela licença da imagem e nome, autorizou o andamento do projeto. A entidade é ligada à família da artista, e supervisionará uma coleção de arte, área de alimentação e o deck da piscina.
Reações e contexto
O anúncio gerou críticas em redes sociais, com usuários chamando as unidades de sem alma e sem ligação evidente com o legado da artista. A corporação já enfrentou disputas legais envolvendo licenciamento de Kahlo para marcas.
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