- A ONG Noyb informou que protocolou uma ação junto à Autoridade Austríaca de Proteção de Dados, em nome de um usuário do LinkedIn, para obter acesso às informações que a plataforma mantém sobre ele.
- A denúncia alega que o LinkedIn vende dados de milhões de usuários.
- A Noyb também solicita a aplicação de multa à rede social, que pertence ao grupo Microsoft.
- A entidade aponta que o LinkedIn oferece plano Premium para ver, com mais detalhes, quem visitou o perfil.
- A organização questiona a legalidade do rastreamento de usuários pela plataforma, afirmando que não há consentimento explícito.
A organização Noyb, sigla de None of Your Business, informou ter protocolado uma denúncia junto à Autoridade Austríaca de Proteção de Dados. O processo foi aberto em Viena em nome de um usuário do LinkedIn, que busca acesso às informações que a plataforma mantém sobre ele.
A ação também solicita a aplicação de multa contra o LinkedIn, que pertence ao grupo Microsoft. A denúncia sustenta que a rede social utiliza dados de milhões de usuários sem oferecer transparência suficiente sobre esse uso.
De acordo com a Noyb, o LinkedIn indica preocupações com a proteção de dados para não atender a pedidos de acesso. A ONG destaca ainda que a plataforma oferece o plano Premium para exibir quem visitou o perfil, o que, segundo a entidade, reforça a dúvida sobre o rastreamento sem consentimento explícito.
Contexto e posição das partes
A Noyb enfatiza que pessoas têm direito ao acesso gratuito aos seus próprios dados. O advogado da organização, Martin Baumann, ressalta que o direito de acesso é fundamental. A defesa do LinkedIn não foi apresentada nesta publicação, mas a empresa já havia argumento de proteção de dados em situações similares.
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