- Janja Lula da Silva rebateu críticas do pastor Silas Malafaia durante o 4º Encontro Nacional de Evangélicos do PT, chamando-o de insignificante.
- Malafaia havia ironizado encontros de Janja com mulheres evangélicas, dizendo que não tinham “nenhuma expressão” no mundo evangélico.
- A primeira-dama afirmou não chamar Malafaia de pastor e declarou que toda mulher é importante.
- Ela reforçou a necessidade de o campo progressista dialogar dentro das igrejas e mencionou expulsão de pastora de um encontro seu.
- Janja ressaltou a disputa de narrativa em todos os espaços, citou o apoio ao presidente e pediu manter o tom de amor para vencer as eleições de 2026.
Durante o 4º Encontro Nacional de Evangélicos do PT, a primeira-dama Janja Lula da Silva rebateu críticas do pastor Silas Malafaia, que ironizou encontros dela com mulheres evangélicas sem visibilidade no meio religioso. Janja afirmou que não reconhece Malafaia como pastor e chamou suas palavras de desrespeitosas, destacando que toda mulher tem importância para ela.
A reação ocorreu após Malafaia afirmar publicamente, em entrevista, que ria dos encontros de Janja com líderes e fiéis evangélicos, dizendo que as participantes não teriam expressão no universo evangélico. As declarações foram feitas em entrevista publicada pela coluna de Igor Gadelha.
No contexto político, o governo federal busca ampliar o diálogo com os evangélicos, eleitores tradicionais de figuras conservadoras. Janja lembrou que, desde o início do terceiro mandato de Lula, há esforço para aproximar esse segmento do público progressista.
Janja destacou a necessidade de uma disputa de narrativa equilibrada, defendendo atuação mais ampla de pastoras e líderes progressistas em espaços religiosos. Ela citou relatos de casos de expulsão de fiéis de congregações para enfatizar o desafio de atuação feminina nesse meio.
Ao encerrar, a primeira-dama ressaltou que a base do apoio popular de Lula se apoia no amor e na fé, destacando a importância de manter o mandato com uma comunicação pautada pela convivência. A mensagem foi concluída sem indicar apoio a mudanças de posição ou alianças.
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