- A direita atacou o Desenrola 2 nas redes, dizendo que é uma medida eleitoreira e um paliativo que não resolve as causas do endividamento.
- O senador Flávio Bolsonaro prepara um vídeo em que classifica o programa como “combater incêndio com um copo d’água”; o senador Ciro Nogueira também criticou a iniciativa.
- A oposição já havia apontado a primeira edição, lançada em julho de 2023, como fracasso, com endividamento em alta e mais da metade da população adulta com dificuldade para quitar débitos.
- O governo atribui os números negativos à herança da gestão anterior e a fatores recentes; a dívida pública chegou a 80,1% em março, o maior nível desde o início da série histórica.
- Em foco no eleitorado jovem, Flávio Bolsonaro gravou vídeo incentivando jovens menores de 18 anos a emitir o primeiro título de eleitor, em busca de melhores empregos e mais segurança.
O objetivo do governo ao lançar o Desenrola 2 foi reduzir o endividamento de famílias e manter diálogo com a classe C, em ano eleitoral. A ofensiva contra o programa partiu de setores da direita nas redes sociais.
Destaques da oposição apontam que a iniciativa pode ser eleitoreira e considerada um paliativo, não atacando as causas do endividamento. Politicamente, nomes de destaque repercutem críticas ao programa.
Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL-RJ, prepara um vídeo para qualificar o Desenrola 2 como tentativa de apagar incêndios com recurso pequeno. O senador também costuma associar o problema ao descontrole de gastos públicos.
Ciro Nogueira, líder do PP-PI, também criticou o programa nas redes, reforçando a visão de que o governo não resolveu as raízes do endividamento. A discussão político-partidária ganhou espaço nas plataformas digitais.
A oposição já vinha destacando resultados do Desenrola original, lançado em julho de 2023, considerado fracasso pela crítica. Dados oficiais mostraram avanço no endividamento mesmo com as medidas.
Entre os números, o endividamento da população atingiu patamares históricos até março, e mais da metade dos adultos encontrava dificuldades para quitar dívidas. O governo atribui parte dos resultados a fatores externos e à herança de gestões anteriores.
Especialistas ressaltam que o descontrole de gastos públicos pode fragilizar a saúde fiscal. A dívida pública chegou a 80,1% do PIB em março, sinal de pressão sobre o equilíbrio das contas.
Para ampliar o alcance entre jovens, Flávio Bolsonaro tem utilizado campanhas para incentivar o primeiro título de eleitor entre menores de 18 anos. A estratégia envolve mensagens sobre empregos e segurança pública.
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