- Flávio Bolsonaro afirmou em podcast que foi escolhido pelo pai, Jair Bolsonaro, porque não havia outro substituto, além de Tarcísio de Freitas, para disputar o governo de São Paulo.
- Ele disse que a decisão levou em conta pesquisas eleitorais e que, sem Tarcísio na disputa, seria difícil encontrar um substituto viável.
- Flávio descreveu Tarcísio como nome forte, reconhecendo o trabalho já realizado e a necessidade de mais entregas no governo.
- Segundo o filho mais velho do ex-presidente, a comunicação da escolha foi feita primeiro ao governador de São Paulo, antes do anúncio público.
- Sobre a campanha, Flávio afirmou que tem se reunido com Tarcísio e que eles vão manter uma extensa agenda de atividades para a candidatura.
Flávio Bolsonaro (PL) afirmou em entrevista ao podcast Inteligência LTDA que foi escolhido pelo pai, Jair Bolsonaro (PL), para concorrer ao governo de São Paulo não por outra opção viável, mas justamente pela existência de Tarcísio de Freitas (Republicanos) como substituto. A declaração foi publicada nesta sexta-feira, 6 de abril de 2026.
Segundo Flávio, a escolha levou em conta avaliações de pesquisa eleitoral, indicando que manter Tarcísio na disputa seria essencial para uma eventual reeleição em São Paulo. O pré-candidato explicou que, caso Tarcísio não estivesse concorrendo, surgiria a dificuldade de encontrar um nome capaz de substituí-lo.
O político acrescentou que considera Tarcísio um nome forte e com boa avaliação no estado, destacando o desempenho passado do governador. Flávio enfatizou que o ex- secretário de Governo de Bolsonaro já realizou entregas relevantes e que ainda há assuntos a serem desenvolvidos.
Conforme relatado pelo filho mais velho do presidente, a sinalização inicial sobre a candidatura foi comunicada a Tarcísio de Freitas. Flávio afirmou ter informado o governador sobre a escolha antes de torná-la pública, reforçando a relação de cooperação entre os dois em uma eventual campanha.
Sobre a estratégia, Flávio mencionou encontros contínuos com o governador de São Paulo e a expectativa de uma extensa agenda de campanha, com colaboração entre os estados e reforço de atuação vinculada ao plano de governo.
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