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Nikolas Ferreira afirma que destino de Alexandre de Moraes é cadeia

Deputado Nikolas Ferreira desafia o STF: diz que o destino final de Alexandre de Moraes é cadeia, em ato que mobilizou várias cidades

Nikolas Ferreira sobe o tom: "O destino final do Alexandre de Moraes é cadeia"
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  • Deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) fez discurso na Avenida Paulista, criticando o STF e o ministro Alexandre de Moraes.
  • Ele afirmou que o destino final de Moraes é cadeia, indo além de impeachment, e dirigiu ataques verbais ao ministro, mencionando também Dias Toffoli.
  • O ato integrou o movimento Acorda Brasil, com atuação em mais de vinte cidades; na Paulista, a estimativa de participantes chegou a vinte mil a pico.
  • As pautas incluíram apoio a Flávio Bolsonaro, derrubada de vetos da Dosimetria e pedido de impeachment de Lula, Toffoli, Moraes e Gilmar Mendes.
  • Reações do governo: Gleisi Hoffmann chamou o ato de tentativa de golpe; Guilherme Boulos fez ironia; José Guimarães classificou o evento como flopada histórica; ao final, houve um minuto de silêncio pelas vítimas das cheias em Minas Gerais, que deixaram mais de sessenta mortos.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) fez um discurso duro na Avenida Paulista neste domingo (1º), criticando o STF e, em especial, o ministro Alexandre de Moraes. Ele defendeu que Moraes deveria responder criminalmente por decisões, indo além do impeachment.

Ferreira usou tom desafiador e citou que o destino do ministro seria a cadeia, afirmando que o Brasil não teme Moraes. O deputado criticou a atuação da Corte e chamou opositores de forma contundente durante o ato.

Durante o discurso, o parlamentar também atacou o ministro Dias Toffoli, sugerindo que derrubar um não impede a queda dos demais. A fala vinculou as críticas a investigações sobre o Banco Master.

Mobilização Nacional

No mesmo dia, Ferreira participou de outra manifestação em Belo Horizonte, reforçando o apoio ao movimento Acorda Brasil, que mobilizou mais de 20 cidades. Em São Paulo, a Paulista reuniu cerca de 20,4 mil manifestantes no auge, segundo estimativas da USP/Cebrap e More in Common.

As pautas incluíram apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência, além de propostas ligadas à dosimetria de penas e ao impeachment de Lula e de ministros da corte. As atividades ocorreram em várias cidades do país ao longo do dia.

Reações do Governo

Representantes do governo reagiram de forma crítica às manifestações. A ministra Gleisi Hoffmann classificou o ato como tentativa de golpe e de emular ações da oposição. O ministro Guilherme Boulos ironizou falas sobre a subida de blocos políticos em 2027, insinuando possíveis consequências judiciais.

O líder do governo na Câmara, José Guimarães, chamou o evento de atuação política vazia e de discurso de ódio, afirmando que o eleitorado já rejeitou propostas semelhantes. O movimento foi descrito por parlamentares governistas como parte de uma estratégia polêmica da oposição.

O evento fechou com um minuto de silêncio em memória às recentes chuvas de Minas Gerais, que deixaram mais de 60 mortos, de acordo com relatos locais.

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