- A Guardia Civil impediu a entrada de um carregamento de hachís na ria de Punta Umbría, em Huelva, após alguns traficantes atirarem contra os agentes durante a operação, na madrugada.
- A embarcação semirrígida foi avistada a cerca de oito milhas náuticas da costa; uma furgoneta e um carro foram usados na descarga, interceptada pela polícia.
- Não houve feridos; após o tiroteio, os suspeitos fugiram a pé e uma pessoa foi detida, com a investigação ainda em curso para localizar os demais.
- Em relação ao alijo, foram apreendidos 56 fardos de hachís, com peso aproximado de 1.120 quilos, além de uma arma curta encontrada dentro de um veículo; casquillos também foram recolhidos para pericial.
- O dispositivo de busca envolve diversas unidades da Guarda Civil e autoridades, com investigadores empenhados em esclarecer o ocorrido e identificar todos os envolvidos; a Associação Unificada de Guardias Civis (AUGC) destacou o risco enfrentado pelos agentes e pediu ações mais robustas contra o narcotráfico.
ERREJ: A Guardia Civil frustrou uma descarga de hachís na ría de Punta Umbría, em Huelva, após intervenção de madrugada. Segundo a instituição, uma embarcação semirrígida foi avistada a cerca de oito milhas náuticas da costa e houve mobilização de forças terrestres e marítimas para impedir a descarga.
A operação apontou para um carregamento preparado na área com o uso de uma van, um carro de passeio e várias pessoas. Assim que o veículo foi carregado, os suspeitos tentaram fugir, mas foram surpreendidos pelos agentes, que revidaram com armas de fogo de alto calibre. Ninguém ficou ferido entre os guardas civis.
Após o tiroteio, os suspeitos fugiram a pé. Uma pessoa foi detida, suspeita de envolvimento no alijo, enquanto as buscas prosseguem para localizar os demais participantes. Foram apreendidos 56 fardos de hachís, com peso estimado de 1.120 kg, além de uma arma curta dentro de um veículo. Casquilharias também foram recolhidas para perícia.
O dispositivo de busca envolve o Serviço Marítimo, Segurança Cidadã, Trânsito, Serviço Aéreo, a equipe Pegaso, cães policiais, USECIC, Polícia Judiciária e a Companhia Fiscal, com apoio de outros corpos. As investigações seguem para esclarecer os fatos e identificar os fugitivos.
AUGC de Huelva classifica o episódio como violência extrema. O porta-voz Lucas Lavilla afirmou que houve disparos contra os agentes, ressaltando que, apesar disso, não houve feridos, apenas danos materiais. O representante reforçou a necessidade de melhorar recursos e formação para enfrentar riscos na região.
Lavilla lembrou que a situação não é isolada e citou ocorrências recentes, incluindo a morte de dois agentes no serviço marítimo em Huelva. A associação cobra medidas estruturais, como declarar a área como de singularidade, ampliar recursos técnicos e humanos, além de maior pressão judicial contra redes de narcotráfico.
Entre na conversa da comunidade