- A Polícia Federal deflagrou a operação “Não Fume” para coibir a entrada e a venda ilegal de cigarros, incluindo cigarros eletrônicos, no Brasil.
- A ação cumpre cinquenta e um mandados de busca e apreensão em sete estados: Pará, Paraná, Tocantins, Espírito Santo, Santa Catarina, Mato Grosso e Goiás.
- A operação mobilizou duzentos policiais federais.
- Segundo a Polícia Federal, o contrabando de cigarros está ligado a outras práticas criminosas e causa prejuízos à arrecadação tributária e ao comércio regular; a circulação de produtos sem controle sanitário pode representar riscos à saúde dos consumidores.
- Os envolvidos podem responder, em tese, por contrabando e organização criminosa; a reportagem está em atualização.
A Polícia Federal lançou nesta quarta-feira a operação Não Fume, voltada a impedir a entrada e a comercialização ilegal de cigarros, incluindo cigarros eletrônicos, no Brasil. A ação envolve investigação sobre grupos que atuam na internalização, distribuição e venda irregular desses produtos.
A operação cumpre 51 mandados de busca e apreensão em sete estados: Pará, Paraná, Tocantins, Espírito Santo, Santa Catarina, Mato Grosso e Goiás. Ao todo, 200 policiais federais participam da mobilização. Os mandados foram expedidos pela Justiça para interromper rotas e cadeias de abastecimento ilícitas.
Segundo a PF, o contrabando de cigarros está ligado a outras atividades criminosas e acarreta perdas na arrecadação tributária e no comércio formal. Além disso, a circulação de produtos sem controle sanitário pode trazer riscos à saúde dos consumidores.
Envolvidos e possíveis crimes
Os investigados podem responder pelos crimes de contrabando e organização criminosa. A PF ressalta que as ações visam frear operações estruturadas que atuam em diferentes regiões do país. A investigação segue em andamento para levantamento de evidências e identificação de envolvidos.
Esta reportagem está em atualização.
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