- A Polícia Federal estaria investigando a influenciadora Virginia Fonseca, conforme reportagem da revista Piauí publicada nesta terça-feira (2).
- A apuração usa Relatórios de Inteligência Financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para entender a legalidade de operações da influenciadora e empresas ligadas a ela.
- Segundo a Piauí, as investigações questionam movimentações envolvendo a Talismã Digital, incluindo recebimentos entre março e setembro de 2024 que somam 22,4 milhões de reais, majoritariamente transfers via Pix pela AMP Pay Marketing e Negócios.
- As autoridades analisam o enquadramento tributário da empresa remetente e o volume financeiro, além da origem dos recursos.
- A matéria cita que a CPI das Bets já havia solicitado ao Coaf a elaboração de relatórios sobre as movimentações da influenciadora entre janeiro de 2023 e abril de 2025; a assessoria de Virginia e o advogado Michel Saliba não haviam retornado até a publicação.
Virginia Fonseca estaria sob investigação da Polícia Federal, conforme reportagem publicada pela revista Piauí nesta terça-feira (2). A apuração envolve possíveis operações financeiras, com base em Relatórios de Inteligência Financeira do Coaf.
A investigação busca esclarecer a legalidade de operações envolvendo a influenciadora e empresas ligadas a ela, além da origem dos recursos movimentados e a possível prática de crimes financeiros, fiscais e de lavagem de dinheiro.
Entre março e setembro de 2024, a Talismã Digital teria recebido R$ 22,4 milhões, com a maior parte do valor remetida pela AMP Pay Marketing e Negócios, por meio de transações via Pix, segundo a reportagem.
As movimentações chamaram a atenção pelo enquadramento tributário da empresa remetente e pelo volume financeiro, levando as autoridades a aprofundar a análise dos elementos apresentados.
Quem procurou a assessoria de Virginia Fonseca e o advogado Michel Saliba, citado pela Piauí, afirmou que não houve retorno até o fechamento desta matéria. O espaço permanece aberto para manifestações.
A menção a Relatórios de Inteligência Financeira ocorre pouco mais de um ano após Virginia ter sido alvo de um requerimento na CPI das Bets, no Senado, que solicitou dados ao Coaf sobre o período 2023-2025.
Em entrevista à Quem, o advogado Michel Saliba classificou a iniciativa como desnecessária, destacando que a influenciadora esteve na CPI como testemunha e que todas as movimentações são lícitas.
Segundo a defesa, as movimentações financeiras da empresa e de Virginia Fonseca são legítimas, e a atuação do Coaf não seria necessária para esclarecer os fatos mencionados na CPI.
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