- A terceira prisão de Deolane Bezerra completa uma semana, sob acusação de ligação com o PCC e lavagem de dinheiro, e ocorreu na Penitenciária de Tupi Paulista, em São Paulo.
- Ela ficou em silêncio durante a audiência na Polícia Civil, recusando depor; a orientação partiu da irmã Daniele Bezerra.
- Na véspera, foi divulgada uma carta aberta escrita pela própria Deolane, na qual ela afirma que não é bandida e pede para ser ouvida.
- A investigação aponta que ela movimentou cerca de R$ 40 milhões e há suspeita de que o dinheiro tenha vindo de uma transportadora de fachada usada para ocultar ativos do crime.
- Também há a informação de que seriam 35 empresas em nome dela, localizadas no mesmo endereço no interior de São Paulo, e que, segundo a polícia, houve surpresa com o silêncio durante a audiência.
Deolane Bezerra, presa pela terceira vez, está no centro de suspeitas de ligação com o PCC e de movimentação de recursos. Ela permanece detida na Penitenciária de Tupi Paulista, em São Paulo, desde esta semana. A defesa contesta, mas a audiência mostrou silêncio da advogada durante interrogatório solicitado pela Polícia Civil.
A investigação aponta que Deolane movimentou cerca de 40 milhões de reais em suas contas. Há indícios de que parte do montante tenha origem em uma transportadora de fachada no interior paulista, usada para ocultar ativos do crime organizado. A polícia também investiga 35 empresas em nome da influenciadora, todas com o mesmo endereço residencial no interior do estado.
Um dos desdobramentos mais marcantes foi a divulgação de uma carta escrita pela própria Deolane, na qual ela pede para ser ouvida e afirma não ser bandida. A carta foi divulgada poucas horas antes da audiência, na qual a advogada recusou depor, conforme informações oficiais. A divulgação e o depoimento não ocorrido geraram repercussão entre investigadores e familiares.
Carta aberta escrita de próprio punho
Na comunicação pública, Deolane afirma ser mãe, empresária e advogada, e diz ter vencido na vida com esforço. Ela reforça que não demonstra medo de enfrentar a justiça e solicita apoio dos fãs. O conteúdo também cita uma alegação de perseguição prolongada e pede que sua defesa seja respeitada durante o processo.
Desdobramentos e próximos passos
Segundo fontes da polícia, o silêncio de Deolane na oitiva não encerra o caso, que segue sob investigação da Vérnix e de órgãos competentes. Autoridades buscam esclarecer a real origem dos recursos e a relação com lideranças da organização criminosa. A defesa, por sua vez, afirma que a prisão é injusta e destaca direitos constitucionais.
Entre na conversa da comunidade