- A Polícia Civil de São Paulo identificou o mandante do roubo na Biblioteca Mário de Andrade; a operação, com três prisões e 11 buscas e apreensões, ocorreu nesta sexta-feira, 22.
- Dois dos presos, incluindo o líder da quadrilha, já estavam detidos no Rio de Janeiro por tentativa de corromper um agente de segurança de um instituto federal; os mandados foram cumpridos no sistema penitenciário.
- Também foi presa uma mulher que teria colaborado com o roubo; os três integram organização criminosa responsável pela avaliação, ocultação, intermediação e possível venda das obras, com suspeita de envio ao exterior.
- Os mandados foram cumpridos em São Paulo, São Bernardo do Campo, Diadema e Rio de Janeiro, e miraram estabelecimentos ligados a leilões e à comercialização de obras de arte.
- O roubo ocorreu em 7 de dezembro, durante a mostra Do livro ao museu: MAM São Paulo e a Biblioteca Mário de Andrade; foram levadas oito gravuras de Henri Matisse e cinco de Cândido Portinari, ainda não recuperadas.
A Polícia Civil de São Paulo identificou o mandante do roubo de obras de arte da Biblioteca Mário de Andrade, ocorrido em dezembro de 2025. Uma operação, realizada nesta sexta-feira, cumpriu três mandados de prisão e 11 de busca e apreensão.
Dois dos presos, incluindo o líder da quadrilha, já estavam detidos no Rio de Janeiro por tentativa de suborno a um agente de segurança de um instituto federal. Os mandados foram cumpridos no regime prisional.
Ainda segundo a Polícia Civil, o trio integra uma organização criminosa que atua na avaliação, ocultação, intermediação e possível venda clandestina das obras, com suspeita de envio de peças ao exterior. Uma mulher também foi presa por colaboração.
A ação ocorreu nos municípios de São Paulo, São Bernardo do Campo, Diadema e Rio de Janeiro, e atingiu estabelecimentos ligados a leilões e à comercialização de obras de arte. O roubo aconteceu no dia 7 de dezembro, durante a exposição Do livro ao museu: MAM São Paulo e a Biblioteca Mário de Andrade.
Na ocasião, dois homens armados renderam um vigilante e três visitantes e fugiram em direção à estação Anhangabaú do metrô, levando oito gravuras de Henri Matisse e cinco de Cândido Portinari. Uma das prisões foi efetuada ainda naquela semana; a recuperação das obras, no entanto, não foi confirmada até o momento.
Entre na conversa da comunidade