- Mulher de 46 anos foi encontrada morta na última quinta-feira, perto do Parque Ecológico do Tietê, na zona leste de São Paulo.
- A vítima, Fernanda Lúcia Costa da Silva Moreira, estava parcialmente despida e apresentava marcas vermelhas na nádega; o corpo foi localizado por funcionários do parque durante poda em área de mata.
- A polícia aguarda os resultados dos exames periciais para esclarecer as circunstâncias da morte; a hipótese de violência sexual foi descartada após contato com o Instituto Médico Legal.
- Um vídeo obtido pela investigação mostra Fernanda entrando em um carro com quatro homens na noite anterior ao desaparecimento; ela estava desaparecida desde 9 de maio.
- O caso foi registrado como homicídio no 24º Distrito Policial, na Ponte Rasa, e encaminhado ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa; até o momento, ninguém foi preso.
A Polícia Civil de São Paulo investiga a morte de uma mulher encontrada perto do Parque Ecológico do Tietê, na zona leste da capital, na quinta-feira 14. Funcionários do parque a localizaram durante a poda de vegetação em uma área de mata próxima ao parque, com o corpo já em posição de bruços.
A vítima foi identificada como Fernanda Lúcia Costa da Silva Moreira, 46 anos. Ela estava parcialmente despida, com o vestido vermelho e marcas avermelhadas na nádega, indicando violência. A perícia tenta esclarecer as circunstâncias do óbito.
Os investigadores esperam os resultados dos exames periciais para confirmar o modo do encerramento da vida. A delegada Ivalda Aleixo, à frente do DHPP, informou que a hipótese de violência sexual foi descartada temporariamente, até a conclusão do laudo do IML.
Evolução do caso
Familiares relatam que Fernanda estava desaparecida desde o dia 9 de maio. A polícia confirmou a existência de um vídeo que mostra a vítima entrando em um carro com quatro homens na noite de sábado, o que representa a última imagem conhecida.
O caso foi registrado no 24º Distrito Policial, em Ponte Rasa, e encaminhado ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa. Até o momento, não há prisões. A investigação continua para esclarecer as circunstâncias do ocorrido.
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