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Influencer sofre nova denúncia por deepfake envolvendo evangélicas

Nova denúncia de deepfake envolve jovens evangélicas em São Paulo; Polícia Civil investiga influenciador digital Jefferson de Souza por suposta manipulação de imagens

Uma nova denúncia envolvendo o uso de Inteligência Artificial para manipulação de imagens de jovens evangélicas colocou novamente o influenciador digital Jefferson de Souza no centro de uma investigação conduzida pela Polícia Civil de São Paulo.
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  • Polícia Civil de São Paulo investiga denúncias de deepfake envolvendo o influenciador Jefferson de Souza, no âmbito de uma investigação em andamento.
  • Duas adolescentes teriam sido vítimas de imagens manipuladas usadas para criar vídeos com conteúdo sexual envolvendo as jovens, que são membros de uma congregação cristã em São Paulo.
  • Jefferson de Souza foi intimado a prestar depoimento; o influenciador nega as acusações e afirma não ter envolvimento com as denúncias.
  • A investigação busca apurar a prática de crimes de manipulação digital e possíveis outras vítimas; o uso de deepfake para fins ilícitos é crime no Brasil.
  • A polícia solicita que qualquer vítima ou pessoa com informações relevantes procure as autoridades para colaborar com as investigações.

Uma nova denúncia envolvendo o uso de Inteligência Artificial para manipulação de imagens de jovens evangélicas colocou o influenciador Jefferson de Souza no centro de uma investigação da Polícia Civil de São Paulo. A apuração envolve suposta criação de conteúdos com imagens manipuladas para fins sexuais.

Duas menores alegam ter sido vítimas de deepfake, técnica que permite criar imagens e vídeos falsos. As jovens seriam membros de uma congregação cristã na capital paulista e teriam sido alvo de conteúdos sexualizados.

A polícia informou que Jefferson de Souza foi intimado a prestar depoimento e nega as acusações. O influenciador afirma não ter qualquer envolvimento com as denúncias, e a investigação segue para apurar a veracidade dos fatos.

Investigação em curso

A investigação busca esclarecer se houve prática de crimes de manipulação digital e detectar possíveis outras vítimas. A polícia lembra que o uso de deepfake para fins ilícitos é crime previsto na legislação brasileira, com eventual pena de prisão.

A corporação também destaca a importância de evidências para confirmar ou refutar as denúncias e reforça que continuará coletando provas. Certas informações podem evoluir conforme os próximos passos da investigação póssivelmente envolvendo perícias digitais.

As autoridades reiteram o chamado para que qualquer pessoa que tenha informações relevantes coopere com as autoridades. O tema acende ainda o debate sobre o uso responsável de tecnologias de IA e a proteção de menores.

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