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PF diz que investigação do Banco Master mira o andar de cima.

PF aponta que inquérito do Banco Master mira o andar de cima do crime organizado; Brasil amplia cooperação internacional, inclusive com a França

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues
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  • O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou à CNN que as investigações ligadas ao Banco Master miram o andar de cima do crime organizado, pelas cifras envolvidas, que chegam a bilhões.
  • Rodrigues disse que o inquérito atingiu pessoas com alta capacidade econômica e grande desenvoltura social, e reforçou que o trabalho é técnico e sem viés político.
  • A PF informou ter mais de quarenta mil investigações em curso, com foco na prisão de lideranças e na descapitalização do crime organizado, apoiados pela cooperação doméstica e internacional.
  • Em França, a Polícia Nacional Francesa assinou um acordo de cooperação para enfrentar o crime organizado transnacional; autoridades brasileiras devem se reunir com o presidente e o secretário-geral da Interpol, além do embaixador do Brasil na França.
  • Rodrigues defendeu a investigação que embasou as condenações relacionadas aos atos antidemocráticos de oito de janeiro de dois mil e vinte e três, afirmando que foi séria e técnica.

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou em entrevista à CNN que as investigações sobre o escândalo do Banco Master atingem o que ele chama de andar de cima do crime organizado, por envolvimento financeiro expressivo e pessoas de alto perfil.

Para Rodrigues, o inquérito já aponta para integrantes com grande capacidade econômica e social. Ele descreveu cifras relevantes, afirmando que os valores chegam a bilhões, o que sustenta a avaliação de que o núcleo é o setor superior da organização criminosa.

Ainda segundo o chefe da PF, o trabalho da instituição é técnico e não guiado por questões políticas. Ele destacou que, ao longo de três anos e meio, ocorreram operações de grande envergadura que atingiram indivíduos de diferentes camadas sociais, econômicas e políticas.

A PF informou ter mais de 40 mil investigações em andamento, com foco na prisão de lideranças, na descapitalização do crime organizado e na cooperação doméstica e internacional. Rodrigues ressaltou que o método é técnico e baseado em evidências.

Acordo com a França

A entrevista também trouxe a informação de que a PF firmou um acordo de cooperação com a Polícia Nacional Francesa para enfrentar o crime organizado transnacional. A meta é ampliar a cooperação internacional para combater atividades ilícitas de forma mais efetiva, segundo a instituição.

Rodrigues afirmou que o combate ao crime organizado é uma pauta central para o Brasil e que a cooperação internacional é essencial para o êxito das ações. As autoridades estão na França para reuniões com representantes locais e com a Interpol.

Continuidade das ações

Além disso, o diretor-geral defendeu a investigação que embasou a condenação de envolvidos em atos antidemocráticos ocorridos em 8 de janeiro de 2023. Ele declarou que o processo foi técnico e apresentou elementos suficientes ao sistema de justiça criminal.

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