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PF mira grupo suspeito de fraudar Seguro-Desemprego com prejuízo de R$ 8 milhões

Operação da Polícia Federal e Ministério do Trabalho mira grupo com 69 empresas de fachada que fraudaram quase 1.200 pedidos do Seguro-Desemprego, com prejuízo estimado de 8 milhões de reais

PF faz operação contra grupo suspeito de fraudar Seguro-Desemprego — Foto: Divulgação
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  • A operação da Polícia Federal e do Ministério do Trabalho, batizada de “Labor Fictus”, ocorreu no Paraná e na região metropolitana de São Paulo para investigar fraude no Seguro-Desemprego.
  • Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e a Justiça autorizou a quebra de sigilo telemático e o sequestro de bens dos investigados.
  • Segundo as investigações, o grupo usou 69 empresas de fachada para realizar quase 1.200 pedidos fraudulentos do benefício.
  • O prejuízo estimado aos cofres públicos é de cerca de R$ 8 milhões.
  • A operação contou com o apoio de 40 policiais federais e 4 agentes da área de inteligência trabalhista do Ministério do Trabalho, sob a coordenação da Coordenação-Geral de Inteligência Trabalhista.

A Polícia Federal, em conjunto com o Ministério do Trabalho, deflagrou nesta quarta-feira a operação Labor Fictus para combater fraudes no Seguro-Desemprego. A ação ocorreu no Paraná e na região metropolitana de São Paulo, com cumprimento de 10 mandados de busca e apreensão. A investigação aponta a criação de empresas falsas para solicitar o benefício.

Ao todo, o grupo suspeito teria usado 69 empresas de fachada para solicitar quase 1.200 pedidos fraudulentos do benefício. O prejuízo estimado aos cofres públicos é de cerca de 8 milhões de reais, conforme o Ministério do Trabalho.

As diligências foram promovidas pela Coordenação-Geral de Inteligência Trabalhista e pela Polícia Federal em Maringá, com apoio de 40 agentes e 4 técnicos da área de inteligência trabalhista do MTE. Além das buscas, houve autorização para quebras de sigilo telemático e sequestro de bens dos envolvidos.

Os suspeitos podem responder por estelionato majorado contra a administração pública e organização criminosa, conforme o Código Penal e a Lei 12.850/2013. A investigação teve início a partir de uma denúncia recebida pela PF em Maringá, com apoio da inteligência do Ministério do Trabalho.

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