- A Polícia Civil de São Paulo deflagrou a operação Criptonita, contra uma quadrilha suspeita de extorsão e sequestro.
- A ação teve início após o sequestro de um corretor de criptomoedas, em fevereiro do ano passado, quando a vítima de 29 anos foi levada a um carro durante uma transação de criptomoedas.
- A esposa da vítima acionou a polícia; o veículo foi localizado pela Polícia Militar em Santa Isabel, e quatro suspeitos foram detidos com uma arma. Celulares também foram apreendidos.
- A investigação levou à identificação de novos envolvidos, motivando a deflagração da operação nesta terça-feira com mandados de busca e prisão.
- As ações acontecem na capital paulista, na Grande São Paulo e em áreas de Campinas e Sorocaba, mobilizando 54 policiais, incluindo equipes do Garra, GER e Gaeco.
A Polícia Civil de São Paulo deflagrou na manhã desta terça-feira a operação Criptonita, contra uma quadrilha suspeita de extorsão e sequestro. A ação ocorre em diversas regiões do estado, incluindo a capital, a Grande São Paulo, Campinas e Sorocaba.
As investigações começaram após o sequestro de um corretor de criptomoedas, em fevereiro do ano passado. Na ocasião, a vítima, de 29 anos, foi atraída a um encontro para uma transação e acabou levada por envolvidos em um carro.
A esposa da vítima, que tinha acesso à localização do celular dele, acionou a polícia. Um veículo foi localizado em Santa Isabel e quatro suspeitos foram detidos com uma arma; celulares também foram apreendidos.
Ao longo das investigações, novos envolvidos foram identificados, o que levou à deflagração da operação desta terça-feira. As buscas haviam sido autorizadas por mandados de busca e prisão em endereços ligados aos investigados.
Desdobramentos e participação policial
Ao todo, 54 agentes participaram das ações, incluindo equipes do Garra e GER, além de policiais do Gaeco, do Ministério Público.
As frentes de atuação ocorreram em diferentes municípios do estado, com objetivos de mapear a organização criminosa, coletar evidências e cumprir mandados.
As informações são apuradas pela Polícia Civil, com apoio do Ministério Público, para esclarecer o esquema de extorsão e o sequestro envolvendo a vítima de criptomoedas.
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