- Bia Miranda, de 21 anos, afirmou que as notas falsas encontradas em sua casa não eram para jogos de azar, mas para uma sessão de fotos.
- A influenciadora disse ter encomendado dois “bolos” de dinheiro por R$ 16 cada, via aplicativo de compras chinês.
- A sessão de fotos seria inspirada em modelos norte-americanas, com dinheiro, joias e outros elementos cenográficos.
- A Polícia Civil do Rio de Janeiro cumpriu um mandado de busca e apreensão na casa da influenciadora, a segunda operação do tipo em poucos dias, para investigar promoção de jogos de azar ilegais.
- Ela afirmou que o dinheiro era falso e que não tinha ideia de que havia vindo da China, apesar de ter sido contado pela polícia.
Bia Miranda, influenciadora de 21 anos, foi alvo de operação policial na sexta-feira (27) no Rio de Janeiro após a constatação de cerca de 40 mil dólares em cédulas falsas em sua residência. A jovem afirma ter adquirido o dinheiro para uma sessão de fotos e não para incentivar jogos de azar.
Segundo a Polícia Civil, houve mandado de busca e apreensão na casa da influenciadora, palcos de filmagens e conteúdos relacionados. A operação também avaliou itens encontrados no pacote vindo da China, que continham as notas falsas, conforme relato das equipes policiais.
Bia informou em redes sociais que comprou dois lotes de dinheiro falso por meio de um aplicativo de compras chinês, com custo de aproximadamente R$ 16 cada, com a ideia de recriar um cenário de estilo norte-americano. A fala da influenciadora menciona uma referência de sessão de fotos com dinheiro, joias e outros elementos.
Investigação em curso
A influenciadora é investigada por promoção de jogos de azar ilegais, conforme apuração da polícia. A mãe de Maysha e Kaleb relatou que a casa foi revirada pelos agentes e que as notas foram contadas diante das autoridades. O caso aguarda desdobramentos para esclarecer a finalidade das notas e a autoria da compra.
A polícia informou que as notas avaliadas apresentaram grau de perfeição técnico, o que reforça a necessidade de apuração sobre a origem e o uso pretendido. Não houve divulgação de prisões até o momento.
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