- A PGR afirmou que Marielle Franco se tornou alvo de milicianos por enfrentar as organizações criminosas, o que a colocava como obstáculo à atuação do grupo.
- A vereadora foi assassinada em uma emboscada na noite de 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro, ao lado do motorista Anderson Pedro Gomes; suspeitas apontam para milicianos e políticos ligados ao crime organizado.
- A audiência pública no Senado debate o andamento das investigações e a atuação das organizações criminosas no Rio, ressaltando a necessidade de combater a impunidade e proteger testemunhas.
- A PGR informou que continuará acompanhando o caso de perto e busca esclarecer todos os fatos relacionados ao homicídio de Marielle Franco.
A Procuradoria-Geral da República informou que Marielle Franco se tornou alvo de milícias por impor obstáculos à organização criminosa. A afirmação foi feita pelo subprocurador Humberto Jacques de Medeiros durante audiência no Senado.
Medeiros explicou que a vereadora do PSOL enfrentava organizações criminosas, o que gerou ameaças e perseguição. Ela atuava de forma firme contra a atuação ilegal no Rio de Janeiro.
Na noite de 14 de março de 2018, Marielle foi assassinada no Rio, junto com o motorista Anderson Pedro Gomes. O crime não foi completamente elucidado, mas há suspeitas de milícias e de políticos ligados ao crime organizado.
Audiência pública no Senado e próximos passos
A audiência discutiu o andamento das investigações sobre o assassinato de Marielle e a atuação de organizações criminosas no estado. Houve ênfase na necessidade de combater a impunidade e proteger testemunhas.
A PGR afirmou que continuará acompanhando o caso de perto e busca esclarecer todos os fatos relacionados ao assassinato de Marielle Franco.
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