- A vítima identificada é uma mulher de dezoito anos com problemas de saúde mental, chamada Jesse Van Rootselaar, que nasceu homem e começou a se identificar como mulher há seis anos; a pessoa foi responsável pelo ataque.
- Ela matou a mãe, de trinta e nove anos, e o meio-irmão, de onze, na residência familiar, antes de ir à escola em Tumbler Ridge, em British Columbia, onde atirou em uma professora de quarenta e nove anos e em estudantes, somando-se aos mortos que, após a confirmação, foram ajustados para nove.
- A polícia afirmou que a suspeita agiu sozinha e que ainda não há motivo divulgado para o ataque.
- O primeiro-ministro Mark Carney pediu luto nacional, com bandeiras de governo a meio mastro por sete dias, e afirmou que o país vai superar o ocorrido.
- O incidente está entre os mais letais da história do Canadá; outros casos marcantes citados incluem o tiroteio de Nova Escócia, em 2020, e o ataque à Ecole Polytechnique, em 1989.
O objetivo de uma investigação policial levou à identificação de um atirador numa escola no Canadá. Foi divulgado que a pessoa é uma mulher de 18 anos, com histórico de questões de saúde mental, sem ainda ter sido revelado o motivo por trás do ataque em Tumbler Ridge, na Colúmbia Britânica. O ataque ocorreu na terça-feira, em uma situação que se tornou uma das mais graves da história recente do país.
Segundo as autoridades, a suspeita, cuja identidade foi informada como Jesse Van Rootselaar, cometeu suicídio após o tiroteio. O número de mortos foi revisado para nove, diminuindo o saldo inicial de dez. A polícia informou que a suspeita agiu sozinha e que não há indícios de envolvimento de terceiros. O diretor da RCMP regional afirmou que a família já recebia acompanhamento por questões de saúde mental ao longo de vários anos.
A agressão começou na residência familiar, onde a suspeita teria eliminado a mãe, de 39 anos, e o meio-irmão, de 11. Em seguida, dirigiu-se à escola local e alvejou uma professora de 39 anos, três alunas de 12 anos e dois alunos, com idades de 12 e 13 anos, respectivamente.
O governo regional confirmou que a polícia havia atendido a residência da família em várias ocasiões nos últimos anos para tratar de preocupações ligadas à saúde mental do suspeito. O comissário adjunto informou que o caso segue sob investigação e que não há informações suficientes para indicar o que teria motivado o ataque.
Repercussões e contexto
O primeiro-ministro do Canadá também comentou, destacando que o país enfrentará o episódio com apoio à comunidade, que ele descreveu como terrível. Bandeiras serão hasteadas à meia-jerreira em prédios governamentais pelos próximos sete dias.
Várias lideranças internacionais enviaram mensagens de condolências. O caso volta a colocar questões sobre segurança em espaços educativos, em um país com leis de armas mais restritivas que o vizinho do sul, embora cidadãos tenham a possibilidade de possuir armas mediante licenças. O ataque é lembrado como um dos mais graves na história do Canadá, ao lado de episódios ocorridos em anos anteriores. Kristina local de Nova Escócia e Montreal destacam a necessidade de apoiar comunidades afetadas e promover medidas de prevenção.
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