- O ex-linebacker da NFL Darron Lee, com 31 anos, foi indiciado por homicídio após a morte de sua namorada em Tennessee; ele foi preso em Hamilton County.
- A polícia informou que a vítima era namorada de Lee e que a morte está sendo tratada como homicídio, com apontados ferimentos por arma branca e outras lesões.
- Também houve acusação de adulteração de provas; há indícios de que sangue tenha sido limpado de diversas áreas da residência.
- Lee foi escolhido pela Jets com a 20ª posição no draft de 2016, assinou contrato de quatro anos com garantia de 7,9 milhões de dólares, e deixou o time em 2019.
- Ele integrou o elenco do Chiefs que venceu o Super Bowl em fevereiro de 2020, mas não atuou na decisão; a última aparição na NFL foi em novembro de 2020, pelos Bills, e a audiência está marcada para 11 de fevereiro.
Darron Lee, ex-jogador da NFL e campeão de Super Bowl, foi acusado de homicídio associando-se à morte de sua namorada. A prisão ocorreu em Hamilton County, Tennessee, após atendimento médico a uma mulher em Ooltewah, que recebeu RCP sem sucesso.
A vítima, cuja identidade não foi revelada até o momento, é tratada pela polícia local como homicídio. Lee também foi acusado de manchar evidências, com laudos indicando limpeza de sangue em diferentes áreas da residência.
Segundo a investigação, os depoimentos foram obtidos pela equipe de Investigação Criminal do Condado de Hamilton. A polícia informou que as primeiras apurações apontam o óbito como homicídio, condicionando o caso aos próximos desdobramentos.
Lee atuou na universidade de Ohio State, sendo draftado pelos Jets na 20ª posição em 2016. O time assinou contrato de quatro anos com garantidos de US$ 7,9 milhões, mas ele deixou a franquia em 2019 após problemas disciplinares.
O jogador também integrou o elenco dos Chiefs, com o qual venceu o Super Bowl em fevereiro de 2020, ainda que não tenha disputado o jogo. A última aparição na NFL foi em novembro de 2020, pelos Bills.
Lee comparecerá ao tribunal novamente em 11 de fevereiro. O caso permanece em investigação, com a polícia mantendo o tratamento da morte como homicídio.
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