- Nova busca de cinco dias será feita em Mount Buffalo, a cerca de 300 km ao norte de Melbourne, visando Dezi Freeman ou seus vestígios.
- Mais de cem policiais e voluntários participarão, continuidade a operações anteriores realizadas em dezembro.
- a nova ofensiva foi embasada em inteligência oriunda de informações sobre um disparo de arma de fogo ouvido pouco após o incidente fatal na propriedade de Freeman.
- Freeman é acusado de ter morto dois oficiais durante a execução de um mandado na cidade de Porepunkah, no estado de Victoria, no final de agosto.
- A operação conta com cães farejadores da nova Polícia de Nova Gales do Sul (Nova Gales do Sul) e há uma recompensa de 1 milhão de dólares pela captura, sem indicar se Freeman está vivo ou morto.
A polícia de Victoria iniciou uma nova busca por Dezi Freeman, ou por seus restos mortais, quase dois meses após encerrar a última tentativa de localizá-lo. A operação envolve mais de 100 policiais e voluntários.
A investigação aponta para inteligência obtida a partir de informações relacionadas a um tiro ouvindo pouco tempo após o incidente fatal na propriedade de Freeman, em Rayner Track, em agosto. Freeman é suspeito de ter atirado em oficiais durante a abordagem.
A busca de cinco dias se concentra em uma área do Mount Buffalo National Park, cerca de 300 km ao norte de Melbourne, próximo a um rastreamento realizado em dezembro. As equipes atuam em terreno de mata fechada e terreno acidentado.
Detalhes da operação
Detectives do grupo Summit investigam milhares de peças de inteligência recebidas desde outubro, incluindo chamadas do público. Não há evidências de que Freeman esteja recebendo apoio de alguém específico.
A cadela farejadora de cadáveres de NSW será utilizada no esforço, junto de drones, mas a polícia não descarta a possibilidade de Freeman ainda estar vivo. A hipótese de uma fuga isolada também segue em aberto.
Contexto da investigação
Freeman, de 56 anos, é acusado de ter matado os oficiais Neal Thompson, 59, e Vadim de Waart-Hottart, 34, quando eles serviam um mandado em Porepunkah, no final de agosto. Na época, mais de 400 policiais foram mobilizados sem sucesso.
A busca atual mantém foco em três possibilidades: Freeman está morto, está sendo ocultado por alguém ou fugiu e tenta sobreviver sozinho. Não houve sinalização que alterasse essas perspectivas até o momento.
Recompensa e segurança pública
A polícia de Victoria oferece uma recompensa de 1 milhão de dólares, além de indenização por informações que levem à captura. A iniciativa representa a maior recompensa estadual já anunciada para facilitar uma prisão.
As autoridades alertam moradores da região para não se aproximarem de Freeman caso haja avistamento, mantendo a cautela diante de um suspeito armado e perigoso.
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