- Desaparecimento de Ágatha Isabelly, 6 anos, e Allan Michael, 4 anos, em Bacabal (MA) completa 26 dias nesta quinta-feira (29).
- A investigação mantém foco na hipótese de eles se perderam na mata, sem sinais encontrados até o momento, e segue com apoio da Perícia Oficial.
- A SSP-MA informa que todas as informações são checadas e que informações falsas podem piorar a dor da família, reforçando medidas técnicas.
- Equipes vasculharam toda a área de mata indicada e trechos do rio Mearim, com uso de imagem em 3D e buscas aquáticas e subaquáticas; já foram percorridos 19 quilômetros no rio com side scan sonar; mais de 500 pessoas participam da força-tarefa.
- Notícias falsas, como relato de avistamento em hotel em São Paulo, foram descartadas pela Polícia Civil do Maranhão em parceria com a de São Paulo; a apuração segue com comissões especiais da SHPP, SPCI e Delegacia Regional de Bacabal.
O desaparecimento de Ágatha Isabelly, 6 anos, e Allan Michael, 4, completa 26 dias nesta quinta-feira (29). Eles sumiram em Bacabal, no Maranhão, no dia 4 de janeiro, ainda sem sinais encontrados.
A Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) afirma que a principal linha de apuração é o extravio na mata. Não houve pista concreta, roupas ou objetos dos irmãos. Todas as hipóteses seguem sob análise rigorosa.
Maurício Martins, secretário de Segurança, reforçou que informações falsas podem agravar o sofrimento da família e configuram crime. A SSP coordena a investigação com apoio da Perícia Oficial.
A apuração passou a contar com uma comissão especial, formada por delegados da SHPP, SPCI e Delegacia Regional de Bacabal. As buscas são realizadas pela Polícia Civil em conjunto com equipes locais.
Na última semana, a área de mata indicada e trechos do rio Mearim foram vasculhados minuciosamente. Não foram encontradas evidências do paradeiro dos irmãos.
Equipes utilizam recursos como imageamento em 3D, buscas aquáticas e subaquáticas. O trabalho começou no primeiro dia do desaparecimento e permanece ativo.
No rio Mearim, foram percorridos 19 quilômetros, com cinco trechos mapeados por side scan sonar, mesmo em águas turvas. Desde o início, mais de 500 pessoas integraram a força-tarefa.
Ainda houve relato falso informado como localização, apontando Ágatha e Allan em um hotel em São Paulo. A Polícia Civil de São Paulo descartou a veracidade após checagem com a polícia maranhense.
Com as áreas prioritárias concluídas, a investigação foca em todas as linhas de apuração. A expectativa é localizar as crianças com vida, sem indicar resultados finais.
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