- Daiane Alves Souza está desaparecida desde 17 de dezembro do ano passado, sendo a última visão no elevador de um condomínio.
- Denúncias apontam que o síndico Cleber Rosa de Oliveira a perseguiu entre fevereiro e outubro de 2025, após desentendimento iniciado em novembro de 2024, relacionado ao aluguel de um apartamento pelo condomínio.
- Entre as ações atribuídas ao síndico estão sabotagem de água, energia, gás e internet nos imóveis geridos por Daiane, monitoramento por câmeras e envio de imagens à irmã da vítima.
- Em fevereiro de 2025, houve agressão física com cotovelada registrada em processo separado; também houve denúncia de violação de domicílio contra Daiane apresentada pelo MP, com Cleber figurando como vítima, segundo a defesa do síndico.
- As defesas divergem: Daiane é acusada de violação de domicílio pela defesa, que fala em legítima defesa de terceiro; Cleber afirma não ser investigado e que coopera com as autoridades.
A corretora Daiane Alves Souza continua desaparecida desde 17 de dezembro. A última visualização foi no elevador de um condomínio em Caldas Novas, Goiás. A investigação foca em denúncias entre Daiane e o síndico Cleber Rosa de Oliveira.
Segundo apurado pela CNN Brasil, Cleber é acusado de perseguição contra Daiane entre fevereiro e outubro de 2025, com início em novembro de 2024 após um desentendimento entre as partes. A denúncia aponta que Daiane administrava imóveis no condomínio.
A denúncia também afirma que Daiane alugou um dos apartamentos para duas famílias, totalizando nove pessoas, excedendo o limite de hóspedes permitido. O promotor destacou que houve tentativas de controle sobre requerimentos de manutenção.
Acusações contra o síndico
Conforme o documento, Cleber teria dificultado as solicitações da vítima, exigindo que serviços fossem requeridos com assinatura reconhecida em cartório. A promotoria aponta ainda sabotagem de água, energia, gás e internet nos imóveis geridos por Daiane.
Outras alegações incluem vigilância constante por meio das câmeras do condomínio, com envio de imagens para a irmã da vítima, além de constantes discussões. Em fevereiro de 2025, houve uma agressão com cotovelada, levando a um processo por lesionamento.
A denúncia ressaltou que as condutas teriam ameaçado a integridade física e psicológica de Daiane, afetando sua atuação profissional e a privacidade. O promotor afirmou que a vítima se sentia monitorada e perturbada.
Em resposta, a defesa de Cleber sustenta que as ações foram realizadas no cumprimento de deveres legais do síndico, dentro da manutenção da ordem condominial. O advogado informou colaboração com as autoridades.
Denúncia contra Daiane
A defesa de Cleber afirma que o Ministério Público chegou a apresentar denúncia contra Daiane por violação de domicílio, com Cleber como vítima, em 2026. Os advogados defendem que os conflitos ocorreram dentro da via judicial.
A defesa de Daiane nega a acusação de violação de domicílio e garante que a inocência será comprovada na instrução processual. O grupo legal aponta que houve legítima defesa de terceiro em relação a um idoso.
A Delegacia de Homicídios de Goiás passou a conduzir o caso, que envolve o desaparecimento da corretora desde dezembro. O portal cita que familiares aguardam desfechos que esclareçam as circunstâncias do sumiço. Fonte: CNN Brasil.
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