- O comissário de polícia e crime da West Midlands, Simon Foster, afirmou que não há poder legal para demitir o chefe de polícia na hora e que é preciso um processo formal.
- Foster informou que iniciou o processo para demitir Craig Guildford em 15 de janeiro, no dia da divulgação do relatório preliminar do HMIC.
- O HMIC identificou que a polícia exagerou a inteligência usada para justificar a proibição de torcedores do Maccabi Tel Aviv no jogo contra o Aston Villa; Guildford anunciou a aposentadoria dois dias depois.
- O ato de banimento foi aprovado por um grupo de aconselhamento de segurança da prefeitura; houve falha em consultar a comunidade judaica local.
- Scott Green, o chefe interino, pediu desculpas pelas falhas, disse que a polícia vai reforçar o treinamento em antissemitismo e revisar o uso de inteligência artificial.
O comissário de polícia e crime da West Midlands afirmou que políticos apresentaram uma certa ficção sobre seu poder de demitir o chefe de polícia devido à proibição de torcedores do Maccabi Tel Aviv. Ele disse que não se trata de um episódio de The Apprentice e que há um processo legal a seguir.
Simon Foster explicou que não existe poder legal que permita demitir o chefe de polícia na hora, e que é necessário um procedimento formal. Ele afirmou que precisa consultar o HMIC, a polícia local e o painel de polícia, além do próprio chefe, para agir dentro da lei.
Foster informou ter iniciado o processo em 15 de janeiro, após a divulgação de um relatório preliminar do HMIC. O chefe de polícia Craig Guildford permaneceu no cargo por mais dois dias, anunciando mais tarde sua aposentadoria.
Desdobramentos e responsabilidades
O comissário disse ter instruído o watchdog a apurar o papel de Guildford na proibição de torcedores visitantes. A IOPC também investiga se houve conduta inadequada por parte de algum oficial ou servidor.
A proibição foi aprovada pelo grupo de aconselhamento de segurança da prefeitura (SAG) e gerou críticas, inclusive de figuras políticas nacionais, que apontaram possíveis falhas de consulta à comunidade judaica local.
Próximos passos e monitoramento
Scott Green, substituto do chefe, reconheceu que a polícia exagerou informações e que o registro não está adequado. O oficial pediu desculpas e prometeu ações para reconstruir a confiança, incluindo treinamento antissemitismo e revisão do uso de IA.
Relatórios parlamentares sobre o caso devem trazer novas informações em fevereiro, com o relatório completo do HMIC previsto para o verão. A investigação conjunta continua em andamento.
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