- Dois dos quatro adolescentes suspeitos de agredir o cão comunitário Orelha estão viajando para os Estados Unidos; a viagem seria pré-programada e deve terminar na próxima semana.
- Na segunda-feira, a Polícia Civil de Santa Catarina realizou mandados de busca e apreensão para localizar evidências dos maus-tratos que resultaram na morte do animal na Praia Brava, em Florianópolis.
- Um dos mandados também visava um indivíduo que teria coagido uma testemunha durante as investigações, e a arma usada para ameaçar a testemunha não foi localizada.
- As investigações apontam que Orelha precisou ser eutanizado após os maus-tratos; o caso ganhou atenção após denúncias de moradores da região.
- Além do caso de Orelha, a polícia investiga um segundo episódio envolvendo um cão caramelo, que teria sido levado ao mar por um adolescente, mas acabou saindo do local.
A Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) investiga a morte do cão comunitário conhecido como Orelha, ocorrida na Praia Brava, em Florianópolis. Dois adolescentes suspeitos estão sob apuração por maus-tratos. A ação ocorreu na manhã desta segunda-feira (26).
Segundo a PCSC, três mandados de busca e apreensão foram determinados pela Justiça. Dois adolescentes foram alvos das buscas, enquanto dois outros suspeitos estão nos Estados Unidos em viagem já prevista.
A polícia também buscava localizar uma arma de fogo usada para coagir uma testemunha. No entanto, o objeto não foi encontrado durante a operação.
A investigação começou após denúncias de maus-tratos contra Orelha, que precisou ser eutanizado após sofrer ferimentos. O caso ainda envolve a morte de outro cão caramelo, que teria sido levado ao mar por um adolescente, mas conseguiu se salvar.
Caso envolvendo cão caramelo
O segundo caso envolve um cão caramelo, com apuração em andamento. A polícia analisa imagens e testemunhos para esclarecer o que ocorreu e identificar responsáveis.
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