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Destino de recursos e bens apreendidos pela PF em operações

PF encontra mais de R$ 469 mil em apartamento de Sóstenes Cavalcante; mala de R$ 1,3 milhão apreendida no aeroporto de Brasília; R$ 1,1 milhão em cofre na operação Sem Desconto

PF apreende R$ 430 mil com Sóstenes, suspeito de desviar cota parlamentar; veja imagens
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  • A Polícia Federal apreendeu mais de R$ 469 mil em espécie no apartamento do deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) em Brasília, com o dinheiro ficando em uma conta ligada ao Supremo Tribunal Federal até o fim do processo.
  • Em maio, uma mala com R$ 1,3 milhão foi apreendida no aeroporto de Brasília, após desembarque de empresários vindos de Manaus; três homens foram presos, mas liberados na semana seguinte.
  • Cerca de R$ 720 mil e US$ 72 mil em notas foram encontrados em um cofre durante a Operação Sem Desconto, com apuração em curso no Supremo Tribunal Federal.
  • Em operações de combate a crimes, a PF deposita parte dos valores encontrados em espécie em contas da Caixa Econômica Federal para eventual devolução a vítimas ou custeio de multas; moedas são encaminhadas ao Banco Central.
  • Se não houver condenação, recursos podem ser devolvidos aos investigados; isso vale tanto para dinheiro em espécie quanto para outros bens apreendidos.

Em 2025, a Polícia Federal registrou apreensões que somam 9,5 bilhões de reais em ações de combate ao crime, envolvendo dinheiro em espécie, valores bloqueados em contas e bens apreendidos entre janeiro e novembro. Parte do dinheiro fica depositada em contas da Caixa para eventual devolução a vítimas ou custeio de multas. Moedas vão para o Banco Central.

Destaques recentes indicam três operações em andamento com desdobramentos relevantes para o cumprimento de decisões judiciais. Nas últimas semanas, o dinheiro apreendido ganhou impactos em diferentes frentes da Justiça e da economia.

Em Brasília, a PF apreendeu mais de 469 mil reais em espécie no apartamento de Sóstenes Cavalcante, deputado federal pelo PL do Rio de Janeiro. Os recursos estavam vinculados a uma ordem do STF e ficarão sob custódia até o fim do processo.

Os valores em papel chegaram a ser encontrados em uma mala de viagem de empresários que desembarcaram no aeroporto da capital federal, vindos de Manaus. No total, 1,3 milhão de reais foi retirado das bagagens na operação ocorrida durante a Marcha dos Prefeitos.

Parte do montante apreendido em Manaus foi destina a contratos com a prefeitura, segundo a PF, que investiga possível uso de empresas de fachada para lavar dinheiro. Três homens foram presos e liberados na semana seguinte, com depoimentos ainda em curso.

Operação Sem Desconto também resultou na apreensão de 1,1 milhão de reais em novembro, incluindo cerca de 720 mil reais em dinheiro e US$ 72 mil. A maior parte do valor era mantida em um cofre pertencente a um dos suspeitos no esquema.

As investigações seguem em várias frentes, com o STF atuando no caso envolvendo o ministro relator André Mendonça. A PF mantém apurações sobre fraudes no INSS, entre outras linhas de investigação, para detalhar a origem e a aplicação dos recursos apreendidos.

Valores em espécie costumam permanecer depositados até o encerramento do processo, para possível devolução às vítimas ou pagamento de multas. Caso não haja condenação, recursos podem retornar aos cofres públicos ou aos investigados, conforme o desfecho judicial.

Casos em andamento

  • Caso Sóstenes Cavalcante: dinheiro apreendido em apartamento em Brasília, ordem do STF, destino de devolução ou ressarcimento.
  • Apreensão na capital federal: mala com 1,3 milhão de reais, ligação com contratos municipais e possível lavagem de dinheiro.
  • Operação Sem Desconto: 1,1 milhão, maior parte em cofre, apuração no STF sobre fraudes no INSS.

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