- A CPMI do INSS pediu ao novo relator do inquérito do Master, ministro André Mendonça, a devolução de documentos sigilosos sobre o Banco Master e seu dono, Daniel Vorcaro.
- A comissão já tinha quebrado sigilos do Master e de Vorcaro, mas Dias Toffoli determinou que os papéis fossem para a guarda do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre.
- Toffoli havia informado à CPMI que só poderia devolver os sigilos ao final das investigações da Polícia Federal, o que desagradou a comissão.
- A expectativa agora é de que Mendonça possa decidir de forma diferente, já que a relação entre ele e a CPMI é considerada técnica.
- O senador Carlos Viana afirmou acreditar que Mendonça pode atender ao pedido, divergindo da posição tomada por Toffoli.
O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, pediu ao novo relator do inquérito do Master, ministro André Mendonça, a devolução de documentos sigilosos envolvendo o Banco Master e seu dono, Daniel Vorcaro. A intenção é devolver os dados à comissão.
A CPMI já havia autorizado a quebra de sigilos do Master e de Vorcaro, mas, ao receber a documentação, o relator Dias Toffoli determinou que os itens fossem transferidos para a guarda do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre.
Antes, Viana já havia solicitado a devolução dos sigilos a Toffoli, que afirmou só poder agir ao fim das investigações da Polícia Federal, o que desagradou a comissão.
Agora, a expectativa é de que Mendonça tenha posição diferente. O senador afirmou que a relação com o ministro é técnica e que há esperança de decisão favorável, considerando a decisão de Toffoli sem precedentes.
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